Os Fidalgos da Casa Mourisca

Os Fidalgos da Casa Mourisca

avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN: 978-972-0-04964-3
Edição/reimpressão: 11-2013
Editor: Porto Editora
Código: 04964
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SINOPSE

Publicado no ano da morte do autor, este romance foca o progresso da burguesia e a consequente decadência da nobreza. As personagens são, em geral, vagas, sem definição psicológica, servindo principalmente como elemento estrutural do conteúdo.
A sequência temporal é evidente e marcada pelas várias circunstâncias que vão constituindo a ação, com as personagens perfeitamente integradas, desempenhando as suas várias funções e dando-nos a conhecer os seus pensamentos.

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, Porto Editora (adaptado)
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Júlio Dinis e os Fidalgos
Ana Ferreira | 2020-02-06
Uma justa, pitoresca e agradável leitura, tal qual como já nos habituamos com Júlio Dinis. Adorável!

DETALHES DO PRODUTO

Os Fidalgos da Casa Mourisca
ISBN: 978-972-0-04964-3
Edição/reimpressão: 11-2013
Editor: Porto Editora
Código: 04964
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 33 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 496
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre romantismo e realismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.
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