A Morgadinha dos Canaviais

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ISBN: 978-972-0-04951-3
Edição/reimpressão: 08-2017
Editor: Porto Editora
Código: 04951
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.

Morgadinha e a sua prima Cristina alargam a galeria dinisina de mulheres fortes, femininas e virtuosas, dispostas a contornar as barreiras sociais por amor, como acontece com Madalena em relação a Augusto. Está também presente, neste terceiro romance de Júlio Dinis, uma forte componente de crítica social, que visa o fanatismo religioso e o clericalismo hipócrita.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uma obra atual
Maria Eufémia Abrantes | 2018-06-29
Júlio Dinis dá-nos a conhecer o ambiente citadino em contraste com a ruralidade, em finais do século XIX. Destaca-se uma mulher - a Morgadinha - que sendo uma figura central da obra aponta para um tempo futuro em que a mulher adquire um papel cada vez mais relevante na sociedade. Ela prefigura a mulher atual...interventiva e participativa!

DETALHES DO PRODUTO

A Morgadinha dos Canaviais
ISBN: 978-972-0-04951-3
Edição/reimpressão: 08-2017
Editor: Porto Editora
Código: 04951
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 32 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 560
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Júlio Dinis

Júlio Dinis, pseudónimo de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, nasceu em 1839 no Porto, onde cursou Medicina. Em 1862, diagnosticado com tuberculose, suspende o exercício da profissão e retira-se, durante vários anos, para Ovar e, mais tarde, para a Madeira. Descoberto o encanto da vida rural, mas nunca esquecendo o afã da cidade e a sua burguesia nascente, publica o seu primeiro romance em volume, As Pupilas do Senhor Reitor, em 1867, seguindo-se-lhe Uma Família Inglesa (ambos lançados previamente em folhetins, no Jornal do Porto) e A Morgadinha dos Canaviais, ambos em 1868. No ano seguinte conclui o seu quarto romance, Os Fidalgos da Casa Mourisca, cujas provas tipográficas já não acabará de rever. Marcando a transição entre realismo e romantismo, e influenciado pela leitura dos grandes autores ingleses, como Jane Austen ou Charles Dickens, Júlio Dinis cultiva na sua obra o tratamento cuidado de temas familiares e quotidianos, numa estrutura de desenvolvimento lento, mas de resolução engenhosa. Após uma longa batalha contra a doença, morre prematuramente, aos 31 anos, na cidade que o viu nascer, em 1871.
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