Viagens na Minha Terra

Viagens na Minha Terra

ISBN: 978-972-0-04962-9
Edição/reimpressão: 09-2016
Editor: Porto Editora
Código: 04962
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para leitura orientada na sala de aula ou leitura autónoma nos 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade.

Esta obra, que se biparte no seu conteúdo, oferece-nos o trabalho de um espírito digressivo, amante de novidades, a lembrar o repórter atento à captação do pormenor mais inédito para o sensacionalismo da notícia de jornal. O crítico e o humorista, na sua gala de erudição, passa de um assunto para o outro, por associação de ideias, o que, de certo modo, por vezes desnorteia o leitor menos preparado. Mas, oferecendo a novidade do estilo coloquial, logo capta a sua atenção.

Segundo o autor do prólogo da 2ª edição, Garrett, apesar da grande bagagem cultural que revela nesta obra, não teria atingido o brilho desta realização, "se não juntasse a tudo isto o profundo conhecimento dos homens e das coisas, do coração."
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DETALHES DO PRODUTO

Viagens na Minha Terra
ISBN: 978-972-0-04962-9
Edição/reimpressão: 09-2016
Editor: Porto Editora
Código: 04962
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Ensino > Apoio Escolar > 11ª Classe > Leituras Orientadas > Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.
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