A Nau Catrineta e Bela Infanta

e outros romances

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ISBN: 978-972-0-72758-9
Edição/reimpressão: 08-2016
Editor: Porto Editora
Código: 72758
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SINOPSE

Leitura obrigatória no 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Almeida Garrett reuniu no Romanceiro algumas das mais belas histórias da tradição popular portuguesa, desvendando segredos, aventuras e personagens de tempos idos. "A Nau Catrineta" e "Bela Infanta" são dois dos mais conhecidos romances tradicionais, contados de boca em boca e que nos ajudam a compreender melhor as raízes da nossa cultura.

A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Comentário sobre o livro A Nau Catrineta e Bela Infanta
Sónia Paulino | 2019-02-03
Adquiri este livro para o meu Educando realizar um trabalho para a disciplina de Português do 6.º ano. Como habitualmente, leio os livros que o meu Educando também lê. O livro é muito interessante de se ler e excita muito a nossa curiosidade, ou seja, ficamos ansiosos por saber como acaba a história.

DETALHES DO PRODUTO

A Nau Catrineta e Bela Infanta
ISBN: 978-972-0-72758-9
Edição/reimpressão: 08-2016
Editor: Porto Editora
Código: 72758
Dimensões: 128 x 198 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros de Referência > Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros de Referência > Infantil (6 a 10 anos) > Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.
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