Folhas Caídas e Flores sem Fruto

(uma seleção)

ISBN: 978-972-0-72660-5
Edição/reimpressão: 06-2015
Editor: Porto Editora
Código: 72660
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SINOPSE

Metas Curriculares de Português
Leitura recomendada para o 8.º ano de escolaridade.

Folhas Caídas e Flores sem Fruto (uma seleção)
Ninguém: que é preciso amar
Como eu amei - ser amado
Como eu fui; dar, e tomar
Do outro ser a quem se há dado,
Toda a razão, toda a vida
Que em nós se anula perdida.

Mergulha na leitura destas duas coletâneas, separadas por um período de dezasseis anos da vida do poeta (1853 e 1837, respetivamente), de onde foram selecionados alguns dos poemas mais expressivos e representativos da produção lírica garrettiana.

A Coleção Educação Literária reúne obras de referência da literatura portuguesa e universal indicadas pelas Metas Curriculares de Português e pelo Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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DETALHES DO PRODUTO

Folhas Caídas e Flores sem Fruto
ISBN: 978-972-0-72660-5
Edição/reimpressão: 06-2015
Editor: Porto Editora
Código: 72660
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros > Ensino > Apoio Escolar > Livros em Português > Livros em Português > Leituras Orientadas > Infantis e Juvenis > Literatura > Poesia > Literatura Juvenil
Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.
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