Um Auto de Gil Vicente

Um Auto de Gil Vicente

avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN: 978-972-0-04970-4
Edição/reimpressão: 09-2011
Editor: Porto Editora
Código: 04970
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SINOPSE

Nesta obra perpassam figuras da época como André de Resende, Bernardim Ribeiro, Paula Vicente e o pai, o qual preparou o texto dramático que foi representado para festejar o casamento da princesa D. Beatriz, filha de D. Manuel I.
A crítica elogiou a obra: "Felizmente um drama original português, engenhosa produção de um talento, que assaz avultava já na nossa literatura, veio trazer-nos a aurora da verdadeira restauração do teatro português, e marcar uma época na nossa história dramática".
A peça não dá relevo à intensidade emotiva das personagens mais em foco: Paula Vicente amando em vão Bernardim, este a viver um forte conflito sentimental pois ama a princesa que vai casar com Carlos de Saboia e D. Beatriz, obrigada a unir o seu destino a um homem que não conhece, amando apaixonadamente o poeta das "Saudades".

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, pp. 22-23; Porto Editora, 1990
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Muito Bom!
Rita Cordeiro | 2018-10-02
Esta edição, pequena e prática, traz-nos uma das peças estudadas no programa de português, da autoria de Almeida Garrett, o qual veio reavivar o teatro português. De leitura fácil e divertida, retrata a representação de um auto de Gil Vicente na corte de D. Manuel, num português acessível aos dias de hoje.

DETALHES DO PRODUTO

Um Auto de Gil Vicente
ISBN: 978-972-0-04970-4
Edição/reimpressão: 09-2011
Editor: Porto Editora
Código: 04970
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 199 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Ensino > Apoio Escolar > Livros em Português > Leituras Orientadas > Literatura > Romance
Nascido no Porto, a 4 de fevereiro de 1799, João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett foi um dos escritores mais completos no panorama das letras portuguesas. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais profícuo, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853). Aliado ao escritor está ainda Garrett, o homem cívico, que contribui para a redação da Constituição de 1838, funda o Conservatório de Arte Dramática e encabeça o projeto de edificação do Teatro Nacional D. Maria II. Almeida Garrett morre em Lisboa, a 9 de dezembro de 1854.
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