Os Dias da Febre

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SINOPSE

Descendo a Calçada de Santana e espreitando por entre as cortinas da sua carruagem, Elvira Sabrosa vislumbra Robert Huntley, um inglês que não via desde os tempos da infância, há mais de 20 anos.

Os Dias da Febre narra as circunstâncias que conduziram ao reencontro de Robert e Elvira, e o que dele decorreu. O cerne da ação situa-se em 1857, quando Lisboa estava a ser atingida por uma epidemia de febre-amarela que mataria quase 5 mil pessoas. É nesse contexto alarmante e febril que a intriga se desenvolve e que o leitor é convidado não só a conviver com as figuras da época, mas também a percorrer a cidade em toda a sua diversidade, dos camarotes do S. Carlos às ruas apertadas de Alfama, das enfermarias do Hospital de S. José às bancadas das Cortes, dos salões das senhoras das classes altas ao bulício do café Nicola.

Romance histórico escrito por um historiador e extensamente apoiado na documentação existente, Os Dias da Febre tem a História sempre presente sem, todavia, se dar muito por ela, já que se trata de uma história da vida quotidiana, embebida na própria narrativa. Isto significa que não estamos apenas perante um romance sobre uma epidemia, a morte e o amor: Os Dias da Febre é também uma viagem pelos sons, os cheiros, as gentes, as casas, os costumes, as cores — numa palavra, pela vida — da Lisboa de meados do século XIX.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O que é Português também é Muito Bom
José Augusto Nogueira Pinto |2017-04-08
Comentar o romance entre Elvira Sabrosa e Robert Huntley era demasiado fácil, tal a paixão criada pelo Autor e que envolve o leitor ao longo do livro. O meu destaque vai no entanto para uma passagem do livro. Duas personagens (Mascarenhas e Carlos) encontram-se num intervalo de uma peça teatral e referem que “Os trabalhos das melhores penas do nosso país não têm a aceitação da massa geral da população. Se fosse tudo português e muito ajuizado, não teria metade dos espectadores”. Se transferíssemos estas sábias linhas do Teatro para a Escrita, então recomendo, porque tal acontece no mundo livreiro, um olhar especial para os nossos escritores que tanto merecem. Uma excelente escolha, o Professor João Pedro Marques.
Um óptimo romance histórico
Paula Alves |2016-08-12
Nota-se a diferença (para muito melhor) quando os romances históricos são escritos por historiadores. Há uma solidez nas descrições das épocas e dos seus costumes que um leigo raramente consegue atingir. Neste romance isto é particularmente notório. O leitor consegue transpor-se para os locais onde decorre a acção como se fosse mais um personagem tal é a vivacidade das descrições. Também o entrecruzar de personagens históricas e ficcionais contribui para tornar mais cativante e verosimilhante toda a história. A escrita é fluída e muito cuidada o que, juntamente com a história de amor atribulada que serve de leitmotiv à narrativa, torna a leitura muito atraente. Sendo o primeiro romance deste escritor é um bom prenúncio para os seguintes,

DETALHES DO PRODUTO

Os Dias da Febre
ISBN:978-972-0-04098-5
Edição/reimpressão:03-2017
Editor:Porto Editora
Código:04098
Coleção:Marca D'Água
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 23 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:324
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance > Plano Nacional de Leitura > Formação de Adultos > Sugestões de Leitura
João Pedro Marques nasceu em Lisboa, em 1949. Foi professor do ensino secundário e, depois, durante mais de duas décadas, investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical e Presidente do Conselho Científico desse Instituto, em 2007-2008.
Doutorado em História pela Universidade Nova de Lisboa, onde lecionou durante a década de 1990, é autor de dezenas de artigos sobre temas de história colonial, e de vários livros, dois dos quais publicados em Nova Iorque e Oxford (The Sounds of Silence, 2006; e, em coautoria, Who Abolished Slavery? A debate with João Pedro Marques, 2010).

Em 2010 a Porto Editora publicou o seu primeiro romance, Os Dias da Febre, ao qual se seguiram, em 2012, Uma Fazenda em África (que, com várias edições, constituiu um dos grandes sucessos do ano), em 2014, O Estranho Caso de Sebastião Moncada, em 2015, Do Outro Lado do Mar, e, em 2017, Vento de Espanha.
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