Vento de Espanha

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SINOPSE

Custódio é um camponês beirão que decide vir para Lisboa estudar. Lurdes, uma lisboeta da Mouraria que sempre conseguiu recompor-se dos duros golpes da vida. Quando o caminho dos dois se cruza, a vida de ambos mudará para sempre. A sua história inicia-se em Portugal e estende-se, depois, a uma Espanha mergulhada na Guerra Civil. É aí que Custódio e Lurdes vão entrelaçar os seus destinos com três outros personagens: o violento Zanelli, o tenente fascista para quem o brado ¡Viva la Muerte! é um lema de vida; a corajosa Maria del Carmen, uma madrilena das classes altas que se guia por princípios de humanidade num tempo em que a moderação desapareceu; e o sagaz Vorobiov, coronel soviético profundamente desiludido com os rumos da revolução bolchevique.

Vento de Espanha é um romance sobre amor e coragem, arrependimento e expiação. É também uma impressionante viagem à década de 1930. Seja nos bairros populares de Lisboa, seja na Espanha rasgada em dois, o leitor visitará as ilusões e desilusões políticas daqueles anos de ferro. E irá ver, acima de tudo, os encontros e desencontros das pessoas num mundo em profunda convulsão.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um historiador deve ser isento
Madalena Schedel |2017-05-08
Li todos os romances de J.P. Marques de que muito gostei, bem como a sua obra-prima "os sons do silêncio". Agora comprei e li, boquiaberta de espanto, o seu último romance sobre a Guerra Civil de Espanha. Ou o senhor não sabe e, como historiador devia saber que não foi uma guerra entre republicanos "bonzinhos" e fascistas "medonhos". Devia saber que o levantamento militar se verificou devido aos abusos e assassínios que a Frente Nacional praticou logo que chegou ao poder. Depois, devia saber que, se os nacionalistas (só a Falange e as JONS de Ledesma Ramos eram fascistas), foram ajudados por Hitler e Mussolini, a República teve ao seu lado a URSS e as Brigadas Internacionais, orquestradas pelo Comintern. Houve iguais atrocidades de parte a parte. Veja-se Paracuellos de Jarama , cujo chefe foi Santiago Carrillo. Aconselho o senhor doutor a ler Hugh Thomas, Burnett Bolotten, ou, mais modernos, César Vidal e Stanley G. Payne. Além disso, faço notar que os crimes do lado republicano não foram todos praticados pelos anarquistas, fazendo parecer que o Governo os ignorava, o que não é verdade. Leia-se a esse respeito os diários de Azaña, o próprio presidente da República.
Um novo tema na obra deste autor
paula alves |2017-04-16
Neste seu novo livro João Pedro Marques deixa para trás o século XIX e dá-nos uma magnífica descrição da vida portuguesa nos anos 30 do século XX. Partindo de uma atribulada história de amor, o autor transporta-nos também até uma Espanha assolada pela guerra civil em que os seus personagens vão tomar parte. O leitor tem a sensação de estar a viver aqueles tempos dilacerantes, de uma incrível violência mas onde conseguem subsistir sentimentos nobres como a coragem e o amor. O autor apresenta-nos uma versão imparcial dos dois lados em conflito, em que nenhum deles é detentor absoluto nem do bem, nem do mal. É, para além do mais, um livro que nos ajuda a compreender essa guerra terrível que se passou ao nosso lado mas que conhecemos mal.

DETALHES DO PRODUTO

Vento de Espanha
ISBN:978-972-0-04989-6
Edição/reimpressão:02-2017
Editor:Porto Editora
Código:04989
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 23 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:336
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
João Pedro Marques nasceu em Lisboa, em 1949. Foi professor do ensino secundário e, depois, durante mais de duas décadas, investigador do Instituto de Investigação Científica Tropical e Presidente do Conselho Científico desse Instituto, em 2007-2008.
Doutorado em História pela Universidade Nova de Lisboa, onde lecionou durante a década de 1990, é autor de dezenas de artigos sobre temas de história colonial, e de vários livros, dois dos quais publicados em Nova Iorque e Oxford (The Sounds of Silence, 2006; e, em coautoria, Who Abolished Slavery? A debate with João Pedro Marques, 2010).

Em 2010 a Porto Editora publicou o seu primeiro romance, Os Dias da Febre, ao qual se seguiram, em 2012, Uma Fazenda em África (que, com várias edições, constituiu um dos grandes sucessos do ano), em 2014, O Estranho Caso de Sebastião Moncada, em 2015, Do Outro Lado do Mar, e, em 2017, Vento de Espanha.
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