Poemas de Edmundo de Bettencourt

Poemas de Edmundo de Bettencourt

Introdução de Herberto Helder

ISBN: 978-972-37-0523-2
Edição/reimpressão: 04-1999
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78357
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SINOPSE

Edmundo de Bettencourt nasceu no Funchal há cem anos. Apesar de nos ter deixado uma obra poética escassa, foi importantíssima a sua actividade cultural. Bettencourt foi um dos fundadores da revista presença a que deu nome e que posteriormente abandonaria com Torga e Branquinho da Fonseca. Paralelamente foi com o guitarrista Artur Paredes um dos principais subvertores do tradicional fado de Coimbra. Graças a eles, o fado de Coimbra, incorporando elementos da canção popular tradicional, evoluiria para a balada que teria posteriormente expressão maior na voz de José Afonso. Depois de abandonar Coimbra, Edmundo de Bettencourt vive definitivamente em Lisboa continuando a publicar irregularmente os seus poemas. Em 1963 publicou na Portugália Editora a sua obra completa. Herberto Helder escreve então um prefácio polémico e histórico pela original leitura da poesia portuguesa. Reconhece-se na poesia de Bettencourt originalidade imagética e mesmo pré-surrealista. Mas nem por isso Edmundo de Bettencourt ganhou o prestígio do areópago local. Ao comemorar os 100 anos do autor de Poemas Surdos, pretende-se revisitar a sua obra na maioria esgotada há décadas. Assim, a Assírio & Alvim apresenta a nova edição da sua obra ainda com a introdução actualizada de Herberto Helder.
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DETALHES DO PRODUTO

Poemas de Edmundo de Bettencourt
ISBN: 978-972-37-0523-2
Edição/reimpressão: 04-1999
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78357
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 206 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia

sobre os autores

"Nasceu na Ilha da Madeira em 1899 e morreu em Lisboa em 1973. Publicou 'O Momento e a Legenda' (1930) e 'Poemas de Edmundo de Bettencourt' (1962), mas durante o longo período que medeia entre estas duas obras colaborou em revistas, onde apareceram alguns dos seus melhores poemas. Em 1981, destacado da obra completa, editou-se "Poemas Surdos", decerto o cume da sua poesia".
Herberto Helder, in "Edoi Lelia Doura - Antologia das Vozes Comunicantes da Poesia Moderna Portuguesa"
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Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.
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