O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel

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SINOPSE

Um canhão assombrando uma cidade. Um patíbulo armado de noite. Um istmo que conduz a uma cratera. Uma diligência cercada por cães selvagens. Nuvens de grifos imundos sobre o mar. A batalha sangrenta dos pescadores. Uma galeria de anarquistas, mais nobres que plebeus. A casa de Madame Ricciarda. A casa de Madame Musette. Dois jesuítas. Um padre que toca violoncelo. Um navio que não chega mais. Uma opereta com ecos de tragédia. Sol, luz, névoa e lua. Oito mulheres, amores duplos, triplos e quádruplos. De como a vida engana a morte. Ou o inverso. Porque há em gente pacata uma apetência de morte tão grande? Porque é que nunca se regressa daquela viagem? Porque é que aquele navio não chega? Porque é que aquele canhão jamais dispara?
O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel - primeiro livro de Mário de Carvalho no catálogo da Porto Editora - confirma-o uma vez mais como um dos grandes nomes da ficção portuguesa contemporânea.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Inebriante
Fernandino Lopes |29.08.2013
Mário de Carvalho é um escritor exímio, com uma intensidade narrativa que prende o leitor da primeira à última página. O Varadim seguido de Ocaso em Carvangel consegue isso mesmo: prender e inebriar o leitor.
Um mestre!
Emanuel Guerreiro |20.07.2013
A última publicação de Mário de Carvalho inclui duas narrativas: O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel. A primeira tem lugar na cidade de Svidânia, onde um comerciante arruinado é, subitamente, alvo de todas as atenções quando se prepara a execução de um grupo de anarquistas, pondo à prova a volatilidade das relações sociais. A segunda passa-se na cidade portuária de Carvangel; com a chegada de um jovem notário, apresenta-se uma galeria de personagens de vários níveis sociais, aguardando, ansiosa e esperançadamente, o navio Maria Speranza, solução para a saída que todos buscam, mas que não chega. Aí se cruzam, também, uma matilha de mabecos com o seu príncipe, dois grupos de pescadores que se atacam, um bando de grifos e um canhão imponente que nunca dispara. Com um final inesperado, o autor dá, mais uma vez, provas do seu conhecimento linguístico e trabalho apurado da língua portuguesa. Um mestre!

DETALHES DO PRODUTO

O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel
Edição/reimpressão:05-2015
Editor:Porto Editora
Dimensões:142 x 210 x 19 mm
Encardenação:Capa mole
Páginas:224
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico.
Desde então, tem praticado diversos géneros literários – romance, novela, conto, ensaio e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente.
Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas.
Obras como A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel, A Liberdade de Pátio ou Quem Disser o Contrário É Porque Tem Razão são a comprovação dessa extrema versatilidade.
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