O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz

O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz

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ISBN: 978-972-0-72684-1
Edição/reimpressão: 08-2013
Editor: Porto Editora
Código: 72684
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SINOPSE

A leitura de um destes contos é obrigatória para o 4.º ano de escolaridade.

Estes dois contos revelam-nos o valor da partilha através de duas figuras únicas: um gigante que tinha um belo jardim mas que, por ser muito egoísta, não deixava ninguém brincar nele; um príncipe feito estátua coberta de ouro e pedras preciosas que, apesar de ser feliz, se comove com o sofrimento dos homens, optando por se despojar pouco a pouco da sua riqueza.

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A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura. Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Leitura obrigatória desde o pré escolar
Nmar | 2019-02-20
Histórias brilhantes, que carregam significado. Deve ser lido a qualquer criança que já tenha capacidade para compreender as lições intrínsecas às histórias.
adorei o livro
sandra duarte | 2018-11-30
eu tenho o livro O Gigante Egoísta e O Príncipe feliz e eu adoro.o eu não parou de o ler todos òs dias....¿¿¿¿¿

DETALHES DO PRODUTO

O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz
de Oscar Wilde
ISBN: 978-972-0-72684-1
Edição/reimpressão: 08-2013
Editor: Porto Editora
Código: 72684
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 3 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 48
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»
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