O Retrato de Dorian Gray

O Retrato de Dorian Gray

Oscar Wilde; ILUSTRAÇÃO: OzeArv
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SINOPSE

Era uma vez a beleza e a ruína...
Dorian Gray personifica a busca pela beleza e pela imortalidade. Na ilusão do poder contra o tempo, o feitiço pode virar-se contra o feiticeiro.

Clássicos Hoje é uma coleção inspirada por toda a luz antiga e moderna: nela cabem as maiores obras da literatura de todos os tempos, ilustradas por grandes nomes da arte contemporânea.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Gostei
BG | 2026-04-03
Este clássico, é uma crítica brilhante à obsessão pela beleza e prazer, que mostra como a falta de limites morais corrompe lentamente a alma. Recomendo.
Um clássico!
B.T | 2024-02-22
Adorei! Leitura rápida, graças a ótima edição da porto editora. Esta coleção é boa demais! Em relação a esta obra em particular é uma imagem clara de como as nossas ações, não tendo compaixão para com o outro e a busca excessiva por algo podem levar a ruína, e que é possível corroer a mais bonita e ingénua alma. A verdadeira prova que nem tudo o que é bonito por fora, é bonito por dentro. Excelente descrição da evolução da personagem, e inclui nela, uma malta com uns ideais bem confusos e tóxicos. M-E-D-O ¿¿ Recomendo! Parabéns também ao artista responsável pela ilustração da capa.

DETALHES DO PRODUTO

O Retrato de Dorian Gray
de Oscar Wilde
ISBN: 978-972-0-03310-9
Edição/reimpressão: 08-2020
Editor: Porto Editora
Código: 03310
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre os autores

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»
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JOC
OzeArv
José Carvalho (OzeArv) nasceu em 1980, em Lisboa. O seu espaço de criação é uma mistura entre a rua e o ateliê e a sua obra caracteriza-se pela procura do espaço, da cor e do movimento.
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