O Crespos

Adolfo Luxúria Canibal; Ilustrador: José Carlos Costa
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SINOPSE

Há exactamente trinta e quatro anos, seis meses e sete dias que todas as tardes, entre as catorze e as quinze horas, o Crespos se senta na mesma cadeira à mesma mesa da velha Brasileira. Até que, certo dia, algo muda, e a vida na cidade nunca mais será a mesma...
O Crespos é uma oportuna reflexão sobre a invisibilidade e a solidão na sociedade contemporânea, respondendo com o desassombro característico de Adolfo Luxúria Canibal a uma questão premente: o que fica de nós, quando já cá não estivermos?
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O Crespos
Miguel | 2022-06-03
A história decorre num café histórico de Braga, mas podia ser em qualquer outro café comum de uma qualquer localidade de Portugal. Uma história profunda sobre o ´´tempo´´ de uma vida. Aconselho a leitura e reflexão.

DETALHES DO PRODUTO

O Crespos
ISBN: 978-972-0-03442-7
Edição/reimpressão: 02-2022
Editor: Porto Editora
Código: 03442
Idioma: Português
Dimensões: 220 x 293 x 12 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Contos
Adolfo Luxúria Canibal é o pseudónimo de Adolfo Morais de Macedo. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, foi advogado e é consultor jurídico. Fundador do grupo rock Mão Morta, de que é vocalista e letrista, criou espetáculos de spoken word, em nome próprio ou como Estilhaços, e integrou o coletivo de música eletrónica Mécanosphère, tendo mais de três dezenas de discos editados, e outros tantos como convidado de artistas nacionais e estrangeiros, na qualidade de vocalista ou letrista. Dinamizou espetáculos de comunidade, como os musicais Então Ficamos… ou Chão, e concebeu performances várias, com destaque para a neuro-áudio-visual Câmara Neuronal, realizada a partir dos sinais elétricos emitidos pelo cérebro, ou a da instalação The Wall of Pleasure, inaugurada na Rooster Gallery em Nova Iorque. Participou como ator na série para televisão O Dragão de Fumo e em algumas curtas-metragens ou em peças de teatro como Eis o Homem!, da companhia Mundo Razoável. Concebeu ainda com João Onofre o filme de videoarte S/título, para o festival Curtas de Vila do Conde, e com Inês Jacques o espetáculo de dança No Fim Era o Frio, para o festival Guidance. Publicou, entre outros, os livros Rock & Roll, Estilhaços, Todas as Ruas do Mundo, Garatujos do Minho e o livro-objeto Desenho Diacrónico, com Fernando Lemos.
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