Manual do Bom Fascista (eBook)

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um livro inteligente, MUITO divertido e assustador.
Os Livros da Lena | 2021-08-16
Um livro inteligente, MUITO divertido e assustador. E´ um livro total e absolutamente sarca´stico e iro´nico, mas com muita verdade. Consiste num conjunto de 100 lic¸o~es para "tornar-se" um bom fascista. E´ um livro que (Muito ao jeito de Rui Zink) disseca alguns dos males portugueses, como a altivez e a condescende^ncia perante diferenc¸as culturais, por exemplo. E´ um livro que, com uma mensagem, aparentemente, simples, consegue fazer o leitor (que para isso tenha capacidade - viva o sarcasmo!) pensar no racismozinho, xenofobiazinha, islamofobiazinha, misogeniazinha, e mais uns inhos e inhas de que muito portugueses sofrem e na~o admitem. Adorei. Aconselho a ler entre a leitura de um outro livro, porque e´ preciso digerir bem cada lic¸a~o.
inteligente
t. | 2021-03-26
livro inteligente, irónico e deveras necessário. vários foram os momentos em que tive que parar para pensar e concordar com aquilo que o autor escreveu.

DETALHES DO PRODUTO

Manual do Bom Fascista (eBook)
ISBN: 978-989-740-071-1
Edição/reimpressão: 09-2019
Editor: Ideias de Ler
Código: 67822
Idioma: Português
Páginas: 176
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Política > Política em Geral

sobre Rui Zink

Rui Zink nasceu em Lisboa em 1961. Além de escritor e professor na NOVA FCSH, é membro fundador dos Felizes da Fé e da ACA-M. Autor de uma obra diversificada, do romance à banda desenhada, passando pelo ensaio ou literatura infantil, publicou títulos como o Hotel Lusitano (1986), Apocalipse Nau (1996), O Suplente (2000), O Anibaleitor (2011), Manual do Bom Fascista (2019) e O avô tem uma borracha na cabeça (2020).
A sua obra está traduzida em várias línguas, como inglês, alemão, romeno, hebraico ou bengali, e já foi distinguida dentro e fora de Portugal, destacando-se o Prémio do P.E.N. Clube Português de Novelística, pelo romance Dádiva Divina, em 2004, ou o Prémio Utopiales para melhor romance estrangeiro, com a edição francesa de A instalação do medo, em 2017.
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