Ernesto - O robô que pintou o Sono e a Doçura
SINOPSE
Com a ajuda da sua amada família e dos seus amigos animais, será ele capaz de superar este enorme desafio? Conseguirá atravessar a fronteira que separa os robôs dos seres humanos e tornar-se a pequena pessoa criativa e feliz que ele deseja ser?
CRÍTICAS DE IMPRENSA
Pode um robô ter sentimentos e personalidade? Paulo acreditava que sim e por isso criou o Ernesto, o primeiro artista-robô do mundo! Uma personagem que tem olhos grandes e azuis, capazes de ver todas as cores visíveis e invisíveis, e de projetar raios X. Tem corpo de metal, mas pele de veludo fino e macio. É, de facto, um pequeno ser vivaz e doce, cheio de informações na sua memória prodigiosa. Mas para este ser um pintor de excelência tem de representar não apenas o que vê no mundo, mas também o que se encontra na sua mente e no seu coração.
Inicialmente, Ernesto demonstra alguma dificuldade, pois só conseguia pintar o que via, sem transmitir a sua personalidade, mas com a ajuda da sua família e dos seus animais, Ernesto torna-se capaz de se autodescobrir e exprimir, após longos momentos de autorreflexão.
Mesmo sendo um robô, Ernesto aprende a criar suas próprias interpretações do mundo e desenvolve uma sensibilidade única que vai surpreender aqueles que o conhecem, demonstrando a importância da individualidade e da autoexpressão.
Numa época em que as nossas vidas são dominadas pela Inteligência Artificial, esta nova obra de Richard Zimler para os mais novos fala sobre a importância de explorar o mundo ao nosso redor com olhos curiosos e coração aberto, ensinando-nos a ver a vida com mais sensibilidade."
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