Em minúsculas

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avaliação dos leitores (4 comentários)
(4 comentários)
ISBN:978-972-0-03054-2
Edição/reimpressão:04-2018
Editor:Porto Editora
Código:03054
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SINOPSE

Embora não esteja aqui coligida a totalidade das suas colaborações, todos os textos deste livro foram publicados no Notícia - Semanário Ilustrado, no período em que Herberto Helder viveu em Luanda. Correspondem a pouco mais de um ano de colaboração - entre abril de 1971 e junho de 1972 - em que o poeta assinou como Herberto Helder e Luís Bernardes (ou respetivas iniciais).
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«aqui não vamos ler apenas uma fase pouco conhecida de Herberto, vamos rir, rir muito, porque este livro é humor à primeira vista. Pela nossa saúde que é. Não é um humor qualquer, é Humor Herberto Helder, três agás maiúsculos de seguida em crónicas hílares como «Um passeio no campo» [...] […] Esta «coletânea» de Herberto celebra a alegria de estar no mundo. Esse é um voto «porventura ingénuo, mas que constitui precisamente o fundamento fervoroso e dramático da utopia.»
Pedro Santos Guerreiro, Expresso
A construção destes textos preocupa-se tanto com a forma, erguidos num português rigoroso e ginasticado, como com uma abordagem pessoal, um olhar, por vezes um dedo apontado, até. Há expressões que ganham novas vidas, sempre protegidas por uma poética constante [...].
Time Out (5 *****)
Nas páginas de «em minúsculas», de novo, tudo emerge em superlativo, numa narrativa herbertiana que, além de traduzir a inquestionável genialidade da sua escrita, nos oferece um olhar tremendamente crítico sobre as sociedades angolana e portuguesa.
Jornal da Madeira
[...] Herberto Helder revela a [visão] do seu tempo nestes vários escritos, muito menos depurados do que a poesia que irá criar até ao fim da vida, mas clarificadores do seu pensamento sobre o mundo e a realidade em que vive nesse início dos anos 70.
Diário de Notícias

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ler faz bem
Orlando Sousa Santos |2018-06-15
Neste livro póstumo, o poeta vira cronista (ou será o contrário) e oferece-nos uma série de artigos publicados aquando da sua estadia por terras de África, nos idos de 70 do século passado. Para quem é "antigo", surgem as memórias do país pequenino, mesquinho, sem horizontes mas com meia dúzia de tolos a pensar que viam tudo pelos outros. Para quem é novo, vale a pena ler porque ler quem pensa bem e escreve melhor só pode ser benéfico.
Ironia febril
Fábio Lino |2018-06-06
Quando chegarmos ao fim de 2018, "em minúsculas" de Herberto Helder irá, certamente, figurar como um dos livros do ano. Com uma prosa poética de alto nível, HH espicaça todos os seus leitores com o seu humor irónico, injeta pensamento e contemplação no reportar dos factos banais e quotidianos. Não deixa de ser irónico, contudo, que os jornais que tanto têm apregoado este livro, desde que foi publicado no início de maio, sejam também um dos seus principais alvos críticos. Uma leitura mais do que recomendada.

DETALHES DO PRODUTO

Em minúsculas
ISBN:978-972-0-03054-2
Edição/reimpressão:04-2018
Editor:Porto Editora
Código:03054
Idioma:Português
Dimensões:146 x 207 x 20 mm
Encadernação:Capa dura
Páginas:200
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
Herberto Helder nasceu em 1930 no Funchal, onde concluiu o 5.º ano. Em 1948 matriculou-se em Direito mas cedo abandonou esse curso para se inscrever em Filologia Românica, que frequentou durante três anos. Teve inúmeros trabalhos e colaborou em vários periódicos como A Briosa, Re-nhau-nhau, Búzio, Folhas de Poesia, Graal, Cadernos do Meio-dia, Pirâmide, Távola Redonda, Jornal de Letras e Artes. Em 1969 trabalhou como diretor literário da editorial Estampa. Viajou pela Bélgica, Holanda, Dinamarca e em 1971 partiu para África onde fez uma série de reportagens para a revista Notícias. Em 1994 foi-lhe atribuído o Prémio Pessoa, que recusou. Faleceu em Cascais a 23 de março de 2015, tinha 84 anos.
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