Cidadela

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SINOPSE

Cidadela, obra póstuma publicada em 1948, constitui a súmula de Saint-Exupéry e das suas meditações de toda uma vida. Narrado na primeira pessoa por um rei de um território onde o deserto se perde de vista, esta é uma conversa consigo mesmo e com o divino, sobre a humanidade, sobre a vida, sobre o amor e a busca do sublime.

É simultaneamente um monumental exercício de linguagem, um longo poema em prosa, que Saint-Exupéry começara a escrever em 1936 e que não teve tempo para concluir. Na manhã de 31 de julho de 1944, levantou voo da Córsega e nunca mais voltou à base - terá sido abatido pela Luftwaffe perto da região de Grenoble-Annecy.

Este é pois um texto incompleto, mas de uma riqueza ímpar, a cuja tradução Ruy Belo dedicou dois anos e sobre o qual escreve: «Não temos rebuço em afirmar que Cidadela passará à história, iluminada pelo conjunto da produção de Saint-Exupéry, como uma das obras-primas do nosso tempo.»
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

UMA OBRA COLOSSAL
Garcia Silveiro (2021) | 2021-05-06
Uma Obra-prima esquecida. É dificil perceber como é que este livro ou caiu no esquecimento ou foi afogentado pela existêndia de " O Principezinho". A única possível explicação é o acesso quase restrito de qual se faz a assimilação dos temas. É uma obra de dimensões consideráveis, não só pelo tamanho e pelas mais de 600 páginas, mas sobretudo pela variedade de temas incutidos nele. Temas que se enterram nas areias de uma prosa poética complexa, e que vão desde o Amor à morte. Sempre num tom confessional, em 1° pessoa, Saint-Exupéry por vezes parece estar a falar consigo próprio: uma conversa na sua cabeça passada para o papel, ao qual o leitor, mesmo querendo, vê-se em extrema dificuldade para a compreender. Sempre com capítulos na sua generalidade pequenos, o livro desenrola-se sem uma história concreta. São os desabafos do governador da "Cidadela", onde as personagens e os espaços existem sem nomes, sem tempo, sem fim: é a obra inacabada do autor francês, publicada postumamente depois da sua morte num acidente de aviacão durante a Segunda Guerra Mundial. É, mesmo inacabado; sem género, tema, ou estilo concreto; o MAGNUM OPUS de Antoine de Saint-Exupéry. Que merecia, tal como os dois anos que Ruy Belo dedicou à tradução desta obra, uma atenção redobrada, e um conjunto de análises e de ensaios que renovassem o entender da obra e construissem novas abordagens à sua compreensão.
Obra singular da literatura
Marília Correia de Barros | 2019-03-05
Saint Exupéry marcou para a eternidade gerações de leitores com o seu livro Principezinho, uma obra-prima da literatura mundial. Cidadela é um livro enigmático, fascinante, que nos transporta num diálogo enriquecedor com o nosso mundo interior. Uma leitura que não nos deixa indiferentes, com a maravilhosa particularidade de ter sido traduzido por um dos melhores poetas da literatura portuguesa contemporânea, Ruy Belo. Imperdível. Uma obra singular!

DETALHES DO PRODUTO

Cidadela
ISBN: 978-972-38-2993-8
Edição/reimpressão: 08-2017
Editor: Livros do Brasil
Código: 77417
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 39 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 656
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Antoine de Saint-Exupéry nasceu a 29 de junho de 1900 em Lyon. Faz o seu batismo de voo aos 12 anos, aos 22 torna-se piloto militar e é como capitão que em 1939 se junta à Força Aérea francesa em luta contra a ocupação nazi. A aviação e a guerra viriam a revelar-se elementos centrais de toda a sua obra literária, onde se destacam títulos como Correio do Sul (1929), o seu primeiro romance, Voo Noturno (1931), que logo se tornou um êxito de vendas internacional, e Piloto de Guerra (1942), retrato da sua participação na Segunda Guerra Mundial. Em 1943 publicaria aquela que é reconhecida como a sua obra-prima, O Principezinho, um dos livros mais traduzidos em todo o mundo. A sua morte, aos 44 anos, num acidente de aviação durante uma missão de reconhecimento no sul de França, permanece ainda hoje um mistério.
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