A cultura na vida de todos os dias

A cultura na vida de todos os dias

Jorge Barreto Xavier
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SINOPSE

Olhar o mundo a partir da cultura e a cultura a partir do mundo; perceber o papel da cultura na organização pessoal e social; refletir sobre o quanto têm de culturais muitos dos antagonismos mais graves do nosso tempo.

Numa época perturbada pela dificuldade de orientação para valores pessoais e coletivos, a cultura é um elemento-chave para a construção de um mundo melhor para todos e não só para alguns.

Estas convicções atravessam o conjunto dos textos deste livro, que procura contribuir para a demonstração de como a cultura é um elemento essencial na vida de todos os dias.

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DETALHES DO PRODUTO

A cultura na vida de todos os dias
de Jorge Barreto Xavier
ISBN:978-972-0-34019-1
Edição/reimpressão:03-2016
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:34019
Idioma:Português
Dimensões:172 x 249 x 14 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:208
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Antropologia > Sociologia

sobre Jorge Barreto Xavier

Jorge Barreto Xavier
Nasceu em Goa. Em 1970, foi viver para a cidade da Guarda, na Beira Interior. Viveu na Guarda e no Sabugal, indo para Lisboa em 1984 para cursar Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Em 1986, com 20 anos, funda o Clube Português de Artes e Ideias (CPAI). Em 1987, desenha e coordena a "I Mostra Portuguesa de Artes e Ideias", uma iniciativa de apresentação de arte contemporânea que integrou trabalhos de Arquitetura, Artes Plásticas, Banda Desenhada, Cinema, Dança, Design Gráfico, Fotografia, Literatura, Música, Teatro e Vídeo, articulação pioneira em Portugal.

Este modelo de apresentação seria usado em iniciativas posteriores que dirigiu, como "Novos Valores da Cultura" (1988), "Cultura e Desenvolvimento" (1989 e 1990), "Tendências" (1991), "Jovens Criadores" (1992), nome que continua a ser utilizado nas iniciativas que, anualmente, se desenvolvem em Portugal através do CPAI para promover artistas em início de carreira. Em 1991, com colegas do primeiro curso de Gestão das Artes realizado em Portugal (1989), funda a Associação Portuguesa de Gestores das Artes. Em 1992, cria o programa Paideia – animação artística nas escolas secundárias, iniciativa através da qual levou arte contemporânea (música, teatro, dança, fotografia, artes plásticas, vídeo) a 180 escolas secundárias portuguesas, até 1997. Paralelamente, desde 1988, através do Clube Português de Artes e Ideias, torna-se responsável pelas representações portuguesas nas Bienais de Jovens Criadores da Europa e do Mediterrâneo, importantes para a internacionalização de artistas portugueses na década de 80 e 90 do século XX. Em 1994, dirige a Bienal de Lisboa, 7.ª edição desta bienal itinerante, com mais de 500 artistas provenientes de 20 países.

Em 1997, cria o Lugar Comum, Centro de Experimentação Artística , que se instala na Fábrica da Pólvora de Barcarena, em Oeiras e inaugurado em Janeiro de 2000, sendo à data o primeiro centro integrado de experimentação artística em Portugal (com possibilidades de trabalho para as áreas das artes visuais, dança, música, teatro, escrita, vídeo, e projetos intermedia) e também o maior em dimensão (2000m2). Também nesse ano, cria a Bienal de Jovens Criadores dos Países Lusófonos, que continua a realizar-se. Ainda nesse período, como membro do Conselho Nacional da Educação, com Emília Nadal, desenvolve o Parecer "Educação Estética e Interiorização dos Saberes", publicado em 1998.

Em Janeiro de 2003, assume o lugar de vereador da Câmara Municipal de Oeiras. Seria aí responsável pelos pelouros da Cultura, Juventude e Defesa do Consumidor. No Concelho de Oeiras, cria a Rede Juventude , alargando os espaços públicos disponíveis para jovens nos diversos pontos do Município. Na área da Cultura, operacionaliza o projeto de requalificação do Palácio Anjos, em Algés, para acolher a coleção de arte Manuel Brito, uma das mais importantes do País. É também nesse período que lidera o grupo de trabalho interministerial Educação-Cultura. Em Janeiro de 2006, inicia colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, onde, até abril de 2008, lidera o projeto Reinserção pela Arte, nos Centros Educativos da Direção-Geral de Reinserção Social do Ministério da Justiça.

Em abril de 2008, assume o cargo de Diretor-Geral das Artes. Nessa posição, lidera a reforma das normas de apoio do Estado às atividades artísticas e desenha e implementa o programa Inov-Art[12] , que se tornaria, em 2009 e 2010 o maior programa de estágios profissionais internacionais na área da Cultura promovidos por uma autoridade pública da União Europeia, com mais de 200 estagiários por ano colocados em dezenas de cidades de 28 países dos cinco continentes. Em Julho de 2010, demite-se do cargo de Director-Geral das Artes[13] . Em Setembro de 2011 começa a leccionar no ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa, desenhando e lecionando as cadeiras de políticas culturais e gestão de indústrias criativas. Foi, entre 26 de Outubro de 2012 e 30 de Outubro de 2015, Secretário de Estado da Cultura do XIX Governo Constitucional, na dependência do Primeiro-Ministro.
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