Marta Ramalho da Costa
O Natal pode ser um momento de celebração difícil quando enfrentamos a ausência de alguém especial. Este artigo explora formas de lidar com o luto nesta época, seja com crianças, adolescentes ou adultos, destacando a importância da empatia e da partilha.
Magda Gomes Dias
Sempre tive a escola como um lugar onde podemos ser e aprender a ser muito felizes. Mesmo nos momentos em que o somos menos. Talvez por isso não esteja ansiosa em relação à entrada da minha filha mais velha na 1.ª classe (ou antes no 1.º ciclo, como agora se diz!). Encaro esta fase como mais uma da vida dela.
Marta Ramalho da Costa
As crianças adaptam-se, naturalmente, aos pais que têm. Esta relação pode ser maravilhosa quando os pais são indivíduos saudáveis, mas pode ser assustadora e desorganizadora se os pais forem psicopatologicamente pouco saudáveis. Deste modo, a família é um bom preditor do desenvolvimento das crianças, moldando e influenciando diretamente a sua identidade.
Mário Cordeiro
A sociedade portuguesa mudou muito nas últimas décadas. Nem os avós de hoje são os avós de gerações anteriores, pelo menos no que se refere à larga maioria, nem os netos são os mesmos. Os tempos mudaram. Ainda bem! Mas há uma coisa que não mudou: o papel dos avós na vida de uma criança.
Manuela Queirós
Se há um contexto no qual é imprescindível que haja um desenvolvimento de competências emocionais, é o da família. Os fortes laços emocionais entre pais e filhos fazem com que seja necessário que uns e outros possam aprender a ser emocionalmente inteligentes com o objetivo de viver com maior bem-estar.
Mário Cordeiro
Os amigos, para as crianças, representam a segurança de que são amadas e que têm também objetos e alvos para o seu amor. Obrigam a prescindir de parte da vertente egoísta da pessoa, a fazer sacrifícios e a partilhar, e ter sentimentos “vivos”, como a alegria ou a tristeza, a realização e, quantas vezes também, a desilusão.