Paulo M. Morais
Lembra-se dos seus tempos de escola? Muito semelhantes aos dos seus filhos, não? Verdade que agora têm quadros interativos em vez de lousas e paus de giz; mas no restante, tudo parece ter estagnado no tempo. Quando se fala de inovação na educação, meio mundo faz as malas e dirige-se a terras escandinavas. Vão investigar, testar e até copiar o sistema educativo da Finlândia, considerado dos mais avançados do mundo. Enquanto isso, pouco ou nada se sabe de um exemplo precursor que há 40 anos funciona em... Portugal.
Manuel Rangel
Ainda há pouco se faziam os preparativos para a entrada na escola e, num instante (assim nos parece!), já está no penúltimo ano do 1.º ciclo. Como o tempo passa!
Mário Cordeiro
Algumas crianças começam a sentir o “bichinho” alguns meses antes, outras deixam-se estar na apatia até ao dia “D”. As primeiras ficam numa ambivalência entre sentirem-se excitadas pela novidade e apreensivas… pela novidade. As segundas “curtem” o dia a dia e quase só dão por estarem no 1.o ano quando começam as aulas.
Bárbara Wong
A maioria das famílias não pode escolher a escola dos filhos – é a da zona de residência ou de trabalho dos pais –, mas isso não significa que se resigne e não pense mais sobre o assunto. “É aquela, não é lá grande coisa, mas não podemos fazer nada…” Errado! Saiba quais os critérios que tem (mesmo!) de considerar.
Adriana Campos
Tenho constatado que os alunos, ao longo do 3.º Ciclo, de uma forma geral, apresentam um decréscimo de aproveitamento. Quando confrontados com este facto e questionados sobre os motivos, os alunos habitualmente encolhem os ombros e dizem: “este ano baldei-me um bocado” ou “este ano não estudei tanto”. Independentemente das razões apontadas, o certo é que a quebra de aproveitamento é notória, de uma forma geral.
Ana Rodrigues da Costa
Quando vamos ser sujeitos a avaliações, é natural que sintamos ansiedade. Se os níveis de ansiedade forem elevados e comprometerem a execução das tarefas, devem ser tomadas medidas para que tal não aconteça.