SINOPSE
A escrita, o compromisso político, as amizades, o exílio e as viagens são elementos indissociáveis numa vida fascinante como a de Luis Sepúlveda.
Nestas páginas, entrelaçam-se histórias pessoais, histórias dos trabalhadores e suas lutas, gritos de dor perante a exploração criminosa do meio ambiente, reflexões pungentes sobre a crise económica que atingiu a Europa e encenações de momentos partilhados com amigos, entre eles Pablo Neruda, José Saramago e Tonino Guerra. E emerge, acima de tudo, o Luis Sepúlveda homem: as lembranças do difícil passado no Chile, o destino dos seus companheiros dispersos no exílio e o seu reencontro numa pequena baía do Pacífico, uma viagem pelo deserto de Atacama, mas também alguns vislumbres da vida pessoal, as memórias de um fiel amigo de quatro patas, a alegria de se sentar a uma mesa de refeições com a família alargada e receber o epíteto de «velho». E, acima de tudo, a certeza de ter vivido «uma vida de formidáveis paixões».
O AUTOR
| Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949. Da sua vasta
obra (toda ela traduzida em Portugal), destacam-se os romances O
Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do
Gato que a Ensinou a Voar. Mas Mundo do Fim do Mundo, Patagónia
Express, Encontro de Amor num País em Guerra, Diário de um Killer
Sentimental ou A Sombra do que Fomos (Prémio Primavera de
Romance em 2009), por exemplo, conquistaram também, em todo o
mundo, a admiração de milhões de leitores.
Do autor, a Porto Editora publicou recentemente História de um gato e de um rato que se tornaram amigos. |