2014-04-22

Maio, um mês MEC

Várias sessões dedicadas ao escritor e ao novo Amores e saudades de um português arreliado.

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Há exatamente 365 dias, a 22 de abril de 2013, chegou às livrarias portuguesas aquele que viria a ser um dos grandes sucessos do ano. Como é linda a puta da vida assinalou o regresso de Miguel Esteves Cardoso e, vários anos depois, voltou a colocar o escritor no primeiro lugar dos tops de vendas. Hoje, um ano depois, a Porto Editora publica Amores e saudades de um português arreliado e anuncia que maio vai ser “um mês MEC”.
Ainda em 2013 MEC haveria de se estrear num lançamento de um livro dele próprio e de protagonizar, pela primeira vez em quase 30 anos, uma sessão de autógrafos na Feira do Livro de Lisboa. Este ano, o escritor apresenta Amores e saudades de um português arreliado em Lisboa, a 3 de maio, na nova loja A Vida Portuguesa, no largo do Intendente, e no Porto, a 10 de maio, na Casa das Artes. Mas o contacto de MEC com os leitores não se fica por aí. A Vida Portuguesa, com o apoio da Porto Editora, promove outras sessões: numa delas, MEC conversa com Paulo Portas sobre os tempos do jornal O Independente; noutra, debate a comida e a cozinha portuguesas com Maria de Lurdes Modesto; haverá ainda uma conversa entre músicos, lembrando Escrítica Pop e a música dos anos 80, bem como uma maratona de leitura de A Causa das Coisas.

As datas, os horários e todos os participantes serão anunciados em breve.

Em junho, Esteves Cardoso estará na Feira do Livro de Lisboa. Juntamente com o novo livro, chega hoje às livrarias As minhas aventuras na República Portuguesa (revistas).

MIGUEL ESTEVES CARDOSO
Em 1955 nasceu em Lisboa. Em janeiro de 1981 nascem em Manchester as duas filhas, Sara e Tristana. Em 2000 casou-se com a Maria João Lopes Pinheiro, amor da vida dele. A partir desse ano, dedica-se tanto ao casamento como ao trabalho. Desde 2009 escreve diariamente no Público e, em 2013, passa a ser autor da Porto Editora, a quem confia a obra inteira. É feliz da vida e vive com a Maria João em Colares.

O NOVO LIVRO
No prefácio desta nova obra, MEC explica que «dantes tentava escrever coletivamente, generalizando sempre que podia», mas que, atualmente, tem aprendido que «é melhor» escrever sobre os próprios sentimentos, porque «os leitores facilmente apagam e substituem os objetos de amor, saudade e arrelias» que o agitaram. Até porque «uma emoção bem contada é uma emoção que toda a gente sente». E remata: «a melhor coisa que pode acontecer a quem escreve é alguém, do outro lado, pensar “sim, é mesmo assim”».

SINOPSE
«A única coisa é a vida. A única coisa é a vida de cada um. Sem vida, nada feito. Viver não é a melhor coisa que há: é a única coisa. Cada momento da vida não é único. Mas há momentos únicos. A nossa felicidade não é passá-los como quisermos. É dar por ela a aproveitá-los. (…) A única coisa é saber que um dia virá em que nos será tirada a vida. Para sempre. Mas, por sabermos isso, não podemos perder tempo a pensar nisso. (…) A única coisa é estar aqui, agora, a escrever isto. Enquanto posso. Enchendo-me de alegria.»


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