SINOPSE Enquanto Hector Guzman se encontra em estado de coma, o seu império definha lentamente. Aron Geisler, o seu braço direito, esforça-se para manter o barco à superfície. Sophie Brinkmann está dominada e é usada para manipular os parceiros de negócio e inimigos, levando-os a pensar que está tudo sob controlo… Mas essa não é a realidade. Quando o irmão de Hector é assassinado em Biarritz, Sophie acha que pode impedir que uma série de acontecimentos sejam desencadeados. Mas uma boa decisão leva a um resultado errado… terrivelmente errado. Sophie torna-se peão num jogo com regras que desconhece, onde a lealdade e a amizade não têm lugar. Indefesa e sozinha num mundo onde reina a mentira e a violência desmedida, tudo em que acreditava e que a definia, parece-lhe sem sentido.
PRIMEIRAS PÁGINAS Disponíveis através desta ligação.
O AUTOR Alexander Söderberg nasceu e cresceu em Estocolmo. Trabalhou para a televisão sueca como argumentista, tendo adaptado, entre outras, obras de Camilla Läckberg. Vive atualmente no campo, no Sul da Suécia, com a mulher, três filhos e um labrador. A trilogia Brinkmann, cujo primeiro título O Amigo Andaluz já se encontra publicado pela Porto Editora, tem os direitos de publicação vendidos para 35 países.
O AMIGO ANDALUZ Sophie Brinkmann é uma viúva que leva uma vida tranquila nos subúrbios de Estocolmo até conhecer Hector Guzman, um homem sofisticado e elegante. Ela não faz ideia de que sob o charme daquele homem se esconde algo sinistro. Hector é o cabecilha de uma organização criminosa. Ele está habituado a obter tudo o que quer, e o que ele agora quer é aniquilar os seus rivais. Antes de se aperceber do verdadeiro mundo em que Hector se move, Sophie vê-se enredada numa implacável teia. Com a casa sob vigilância e a família em risco, em quem poderá ela confiar, quando a própria polícia é tão perigosa quanto os criminosos?
Neste primeiro volume da trilogia Brinkmann, Alexander Söderberg presenteia-nos com um magnífico romance sobre o mundo sórdido do tráfico de armas e droga, dando-nos ao mesmo tempo um retrato magistral da fragilidade humana.
IMPRENSA
Um romance de suspense muito bem escrito – a linguagem tem ritmo e seduz logo no início. Um puro prazer a leitura deste livro e um excelente entretenimento.
Bognørden (Dinamarca)
A encenação está perfeita. Temos sequestros, tiroteios e encontros levados a cabo em locais espalhados por todo o mundo. A trama é excitante e muito bem contada.
God-bog (Dinamarca)