Seleção de Contos para a Infância

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Guerra Junqueiro
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Leitura recomendada no 3.º ano de escolaridade.

Este livro apresenta três contos que partilham entre si a beleza da ingenuidade e a inocência. Histórias simples que permitem interiorizar de forma divertida valores como a justiça e a verdade.

Encontre aqui o Guião de Exploração e as Fichas de Leitura.

A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Contos para aprender valores
Dina Gonçalves |2018-08-27
Pequenas histórias que permitem aos mais pequenos e não só ter em mente o sentido da verdade. Fazem questionar os valores que cada vez mais se vão perdendo.
reação inesperada lá em casa
Andrea |2018-06-21
o livro foi comprado depois de termos ido ver A história do João Pateta, pela Porta 27. O meu filho divertiu-se e quis comprar o livro. Foi divertido ver como um texto de um autor clássico consegue ser adaptado aos tempos de hoje. Uma excelente forma de recuperar os clássicos.

DETALHES DO PRODUTO

Seleção de Contos para a Infância
de Guerra Junqueiro
ISBN:978-972-0-72685-8
Edição/reimpressão:03-2018
Editor:Porto Editora
Código:72685
Idioma:Português
Dimensões:128 x 198 x 3 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:28
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Livros Infantis de Ficção > Apoio Escolar > 3.º Ano > Outros

sobre Guerra Junqueiro

Guerra Junqueiro
Poeta e político português, nascido em 1850, em Freixo de Espada à Cinta (Trás-os-Montes), e falecido em 1923, em Lisboa, Guerra Junqueiro é entre nós o mais vivo representante de um romantismo social panfletário, influenciado por Vítor Hugo e Voltaire. Oriundo de uma família de lavradores abastados, tradicionalista e clerical, é destinado à vida eclesiástica, chegando a frequentar o curso de Teologia entre 1866 e 1868. Licenciou-se em Direito em Coimbra, em 1873, durante um período que coincidiu com o movimento de agitação ideológica em que eclodiu a Questão Coimbrã. Nessa cidade convive de perto com o poeta João Penha, em cuja revista literária, A Folha, faz a sua estreia literária. Durante a sua vida, combina as carreiras administrativa (exercendo a função de secretário dos governos civis de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo) e política (sendo eleito por mais de uma vez deputado pelo partido progressista) com a lavoura nas suas terras de Barca de Alva, no Douro. Nos anos oitenta, participa nas reuniões dos Vencidos da Vida, juntamente com Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós e António Cândido, entre outros. Reage ao Ultimato inglês de 1890, com o livro de poesias Finis Patriae, altura em que se afasta ideologicamente de Oliveira Martins, confiando na República como solução para os males da sociedade portuguesa. Entre 1911 e 1914, assume o cargo de Ministro de Portugal na Suíça. Na fase final da sua vida, retira-se para a sua propriedade no Douro, assinalando-se então uma viragem na sua orientação poética, que se volta para a terra e para "os simples", como atestam as suas últimas obras: Pátria (1896), ainda satírica, mas já de inspiração saudosista e panteísta; Os Simples (1892) - um hino de louvor à terra, de uma poesia que evoca a sua infância, impregnada de saudosismo, de recordações calmas e consoladoras e onde se sente uma grande ternura pela correspondente paisagem social; Oração ao Pão (1903) e Oração à Luz (1904), estas enveredando por trilhos metafísicos.
O anticlericalismo, que em vida lhe granjeou o escândalo e a fama, o estilo arrebatado, vibrante, apoiado na formulação épica do verso alexandrino de influência huguana, contribuíram para a apreciação do crítico Moniz Barreto: "Quando se procura a fórmula do espírito de Guerra Junqueiro acha-se que ele é muito mais orador que poeta e que tem muito mais eloquência que imaginação."
Poeta panfletário, confidencial, satírico e também religioso, o seu valor foi contestado na década de 20. No entanto, os seus defensores nunca deixaram de acreditar na sua genialidade como satírico e como lírico.

Guerra Junqueiro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008.

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