Seleção de Contos para a Infância

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Guerra Junqueiro
avaliação dos leitores (1 comentários)
(1 comentários)
ISBN:978-972-0-72685-8
Edição/reimpressão:10-2015
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:72685
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SINOPSE

Esta coleção concretiza um dos principais objetivos das Metas Curriculares de Português do 1.º Ciclo que reside no acesso de todos os alunos que frequentam o Ensino Básico a obras literárias de referência, fomentando, assim, o domínio da Educação Literária.

Encontre aqui o Guião de Exploração e as Fichas de Leitura.

A leitura destes contos é indicada para o 3.º ano de escolaridade.

Inclui Guiões de Exploração e Fichas de Leitura.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Excelente coleção
Margarida |25.09.2014
Comprei vários títulos desta coleção para a minha filha, no âmbito das obras indicadas no programa de português para o 1º ciclo. Acho que os livros têm o tamanho e o volume certo, tem ótimas ilustrações e no final guiões de leitura que ajudam, pais e professores, na interpretação e exploração do texto, o que é muito bom.

DETALHES DO PRODUTO

Seleção de Contos para a Infância
de Guerra Junqueiro
ISBN:978-972-0-72685-8
Edição/reimpressão:10-2015
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:72685
Idioma:Português
Dimensões:139 x 208 x 3 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:40
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros infantojuvenis > Contos fábulas e narrativas > Livros em Português > Infantojuvenil > Contos Fábulas e Narrativas > Apoio Escolar > 3.º Ano > Outros

sobre Guerra Junqueiro

Guerra Junqueiro
Poeta e político português, nascido em 1850, em Freixo de Espada à Cinta (Trás-os-Montes), e falecido em 1923, em Lisboa, Guerra Junqueiro é entre nós o mais vivo representante de um romantismo social panfletário, influenciado por Vítor Hugo e Voltaire. Oriundo de uma família de lavradores abastados, tradicionalista e clerical, é destinado à vida eclesiástica, chegando a frequentar o curso de Teologia entre 1866 e 1868. Licenciou-se em Direito em Coimbra, em 1873, durante um período que coincidiu com o movimento de agitação ideológica em que eclodiu a Questão Coimbrã. Nessa cidade convive de perto com o poeta João Penha, em cuja revista literária, A Folha, faz a sua estreia literária. Durante a sua vida, combina as carreiras administrativa (exercendo a função de secretário dos governos civis de Angra do Heroísmo e de Viana do Castelo) e política (sendo eleito por mais de uma vez deputado pelo partido progressista) com a lavoura nas suas terras de Barca de Alva, no Douro. Nos anos oitenta, participa nas reuniões dos Vencidos da Vida, juntamente com Oliveira Martins, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós e António Cândido, entre outros. Reage ao Ultimato inglês de 1890, com o livro de poesias Finis Patriae, altura em que se afasta ideologicamente de Oliveira Martins, confiando na República como solução para os males da sociedade portuguesa. Entre 1911 e 1914, assume o cargo de Ministro de Portugal na Suíça. Na fase final da sua vida, retira-se para a sua propriedade no Douro, assinalando-se então uma viragem na sua orientação poética, que se volta para a terra e para "os simples", como atestam as suas últimas obras: Pátria (1896), ainda satírica, mas já de inspiração saudosista e panteísta; Os Simples (1892) - um hino de louvor à terra, de uma poesia que evoca a sua infância, impregnada de saudosismo, de recordações calmas e consoladoras e onde se sente uma grande ternura pela correspondente paisagem social; Oração ao Pão (1903) e Oração à Luz (1904), estas enveredando por trilhos metafísicos.
O anticlericalismo, que em vida lhe granjeou o escândalo e a fama, o estilo arrebatado, vibrante, apoiado na formulação épica do verso alexandrino de influência huguana, contribuíram para a apreciação do crítico Moniz Barreto: "Quando se procura a fórmula do espírito de Guerra Junqueiro acha-se que ele é muito mais orador que poeta e que tem muito mais eloquência que imaginação."
Poeta panfletário, confidencial, satírico e também religioso, o seu valor foi contestado na década de 20. No entanto, os seus defensores nunca deixaram de acreditar na sua genialidade como satírico e como lírico.

Guerra Junqueiro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008.

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