Ratos e Homens

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SINOPSE

George e Lennie vagueiam de herdade em herdade na Califórnia da Grande Depressão, numa sobrevivência sustentada por trabalhos episódicos. Mas os dois amigos têm um plano: vão juntar o suficiente para comprar um bocado de terra com uma casinha e aí poderão viver tranquilamente e dedicar-se à criação de coelhos.

George é pequeno e vivo, e é ele quem toma as decisões; Lennie é um gigante simpático, mas tem dificuldade em lembrar-se das coisas e em medir a sua força excecional. Quando arranjam trabalho a carregar cevada numa herdade junto ao rio Salinas, George e Lennie veem o seu sonho aproximar-se a passos largos da concretização - até que a mulher do patrão entra em cena.

Considerado um dos mais importantes romances de John Steinbeck, publicado originalmente em 1937 e várias vezes adaptado ao teatro e ao cinema, Ratos e Homens é uma história sobre amizade, sobre dignidade e sacrifício, mas também uma parábola implacável sobre o ruir do sonho americano.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ratos e Homens entra na galeria dos obrigatórios. Toda a mestria de Steinbeck, numa curta novela.
Rodrigo Ferrão | 2020-10-14
É daqueles livros que se lê num ápice, tal a forma vibrante com que a escrita salta, numa clara identificação com a vida das personagens e as suas agonias. Passada na Grande Depressão americana, a história aprofunda a busca de dois indivíduos por trabalho e um sonho de ter um pedaço de terra. George é o cérebro da dupla, até porque Lennie, o seu amigo, é considerado incapaz. Estes dois homens, sem grande educação, são inseparáveis e muito unidos. O objectivo é ir ganhando dinheiro, de ofício em ofício, até haver o suficiente para uma pequena propriedade, onde possam criar coelhos e assentar. Enquanto George é visto como cuidador, Lennie é um homem forte, mas sem grande noção da força — vai adoptando pequenos animais que acidentalmente aperta e mata. Até que um dia, num diálogo com uma mulher, se enfurece com as suas provocações e provoca-lhe uma morte rápida e silenciosa. Com a leitura de fundo de Ratos e Homens, percebemos que a história é muito mais do que a construção e ruir do sonho americano. John Steinbeck esconde outros sentimentos, como a solidão, o companheirismo e o sacrifício do trabalho, numa época de grande opressão dos patrões aos funcionários, ainda com muitas memórias herdadas dos tempos da escravidão. Um livro sobre a impotência dos homens que antes eram livres e se tornam servos, mendigando país fora, numa perda de dignidade e de condições.
Escrita fenomenal, ao estilo de Steinbeck
Ana Rita | 2019-03-15
A escrita de Steinbeck tem tanto de simples como de brilhante e sublime. Só pela leveza e brilhantismo da sua escrita vale a pena ler qualquer livro deste autor. A historia deste "Ratos e Homens" é muito real e crua, capaz de retratar muito bem um período da história social e económica dos EUA. No entanto, esperava um pouco mais (principalmente quando se lê este livro depois das "Vinhas da Ira").

DETALHES DO PRODUTO

Ratos e Homens
ISBN: 978-972-38-3001-9
Edição/reimpressão: 05-2019
Editor: Livros do Brasil
Código: 77024
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Livros > Literatura > Romance
John Steinbeck nasceu em Salinas, na Califórnia, em 1902, numa família de parcos haveres. Chegou a frequentar a Universidade de Stanford, sem concluir nenhuma licenciatura. Em 1925 foi para Nova Iorque, onde tentou uma carreira de escritor, cedo regressando à Califórnia sem ter obtido qualquer sucesso. Alcançou o seu primeiro êxito em 1935, com O Milagre de São Francisco (Tortilla Flat, na edição original), confirmado depois, em 1937, com a novela Ratos e Homens. A sua ficção está marcada por uma imensa preocupação com os problemas dos trabalhadores rurais e também por um grande fascínio para com a terra. Em 1939, publicaria aquela que, por muitos, é considerada a sua obra-prima, As Vinhas da Ira. Entre os seus livros, destacam-se ainda os romances A Leste do Paraíso (1952) e O Inverno do Nosso Descontentamento (1961), bem como Viagens com o Charley (1962), em que relata uma viagem de três meses por quarenta estados norte-americanos. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1962. Faleceu em Nova Iorque, a 20 de dezembro de 1968.
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