Quem é amado nunca morre

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SINOPSE

Atenas, abril de 1941. Tendo resistido a uma primeira tentativa de invasão, a Grécia é ocupada pelas potências do Eixo. Após décadas de incerteza, o país encontra-se dividido entre a direita e a esquerda políticas. Themis, então com quinze anos, vem de uma família separada por essas diferenças ideológicas. A ocupação nazi não só aprofunda a discórdia entre aqueles que a rapariga ama, como reduz a Grécia à miséria. É impossível ficar indiferente: na fome que se seguiu à ocupação, e que lhe levou os amigos, os atos de resistência são quase um imperativo moral para ela.

Porém, o sucesso de um dos movimentos de resistência mais eficazesna europa ocupada volta-secontra o próprio e, com o fim da ocupação, advém a guerra civil. Themis junta-se ao exército comunista, onde experimenta os extremos do amor e do ódio. Quando por fim é presa nas ilhas do exílio, encontra outra mulher cuja vida se entrelaçará com a sua de maneiras que nenhuma delas poderia antecipar, e descobre que deve pesar os seus princípios contra o desejo de viver.

Um romance poderoso, que lança luz sobre a complexidade e o trauma do passado da Grécia, a partir da vida extraordinária de uma mulher comum.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Gostei mesmo muito porque dentro do género acaba por ser muito diferente.
sofialibrary | 2021-04-20
Atenas, Abril de 1941 Sobre a história de vida da Themis que vive numa família dividida pelos seus ideais políticos. Num cenário de incerteza, discórdia, miséria e guerra que marcam o país nesta altura. Desde a 2a Guerra Mundial, passando pela Guerra Civil e terminando nos nossos dias vivemos a vida desta família e enriquecemos o nosso conhecimento sobre a história da Grécia ao longo de todos estes anos. Gostei muito por, apesar de ser sobre a 2a Guerra Mundial, ser passado na Grécia, o que não é comum, e não só me permitiu aprender mais, como ler sobre o impacto da Guerra de um outro ponto de vista. Gostei muito por se passar no seio de uma família, sobre a relação entre irmãos com pontos de vista muito diferentes, sobre como a política afasta e junta as pessoas e interfere nas relações. Gostei mesmo muito porque dentro do género acaba por ser muito diferente. Sobre o amor, a amizade, as preferências e as afinidades, os ciúmes, o sofrimento, a perda, o perdão, a aceitação, sobre os ideais políticos e as crenças, sobre o passado, o arrependimento e a verdade. Mas sobretudo sobre pessoas, sobre a família, sobre o amor e sobre os que ficam para sempre em nós e nos nossos corações mesmo depois de partirem.
Excelente
Olga Martins | 2020-10-28
Adorei o livro, eu que não sou de leituras. Este foi o primeiro livro que comecei a ler e não conseguia parar. Grande história. Recomendo.

DETALHES DO PRODUTO

Quem é amado nunca morre
ISBN: 978-972-0-03379-6
Edição/reimpressão: 09-2020
Editor: Porto Editora
Código: 03379
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 432
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Victoria Hislop é escritora e jornalista. Escreve sobre viagens para o The Sunday Telegraph, sobre educação para o Daily Telegraph e diversos artigos generalistas para a Woman & Home. Atualmente, vive em Kent com a família. Depois de publicar o seu primeiro romance, A Ilha, agora reeditado, foi aclamada pela crítica e acarinhada por milhares de leitores.
Na Porto Editora, publicou igualmente Hotel Sunrise e Quem é amado nunca morre, obras onde os eventos do passado recente da Grécia se cruzam com as vidas extraordinárias de gente comum.

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