Quem disser o contrário é porque tem razão

Quem disser o contrário é porque tem razão

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Prémio P.E.N. Clube Ensaio 2015
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SINOPSE

Ser escritor. O texto ficcional. Dilemas, enigmas e perplexidades do ofício. No vale das contrariedades. Nada do que parece é. O «assertivismo» é um charlatanismo. A valsa dança-se aos pares: escrita e leitura, autor e leitor, personagem e acção, causalidade e verosimilhança, contar e mostrar, o dentro e o fora, a superfície e o fundo. O bico-de-obra do primeiro livro. Por onde começar? Com que começar? Com quem começar? A manutenção do interesse. Não há regra sem senão; não há bela sem razão. Ou o oposto. Riscos, cautelas e relutâncias.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

A sabedoria não ocupa lugar
Joaquim R. |04.10.2016
Magnífica dissertação sobre a arte da escrita e o amor aos livros, aos já escritos e aos que hão-de ser.
Uma obra para todos, mesmo para quem não pensa em escrever
Luís Branco Barros |09.06.2016
Um livro de Mário de Carvalho é sempre um acontecimento. Divertido, simples de ler, erudito sem ser presunçoso, "Quem Disser o Contrário..." não facilita o trabalho de um candidato a escritor, antes suaviza as dificuldades e ilumina o caminho. Ninguém sai deste livro a saber escrever. Mas sente-se muito mais preparado para enfrentar a folha em branco. Um (verdadeiro) livro de auto-ajuda por um mestre da pena.

DETALHES DO PRODUTO

Quem disser o contrário é porque tem razão
ISBN:978-972-0-04699-4
Edição/reimpressão:04-2015
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:04699
Idioma:Português
Dimensões:143 x 210 x 22 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:280
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico.
Desde então, tem praticado diversos géneros literários – romance, novela, conto, ensaio e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente.
Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas.
Obras como A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel, A Liberdade de Pátio ou Quem Disser o Contrário É Porque Tem Razão são a comprovação dessa extrema versatilidade.
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