Princípios da Filosofia

Princípios da Filosofia

Descartes, Isabel Marcelino
ISBN:978-972-0-41073-3
Edição/reimpressão:06-2005
Editor:Porto Editora
Código:41073
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SINOPSE

A presente obra Princípios da Filosofia corresponde apenas à primeira parte da obra original, denominada «Dos Princípios do Conhecimento Humano».


O presente texto dos Princípios é constituído por uma Carta dedicatória à sereníssima Princesa Isabel, uma Carta ao Tradutor (da obra para francês), que serve de prefácio, seguida de 76 artigos.


Na Carta ao tradutor/prefácio, Descartes apresenta a sua posição relativamente aos conceitos de filosofia e de saber, apresentando a «investigação dos princípios directores do conhecimento verdadeiro» como constituindo a verdadeira reflexão filosófica.

A dúvida, o penso, logo existo, a distinção entre alma e corpo, a existência de Deus, a revelação e a luz natural, a teoria do erro e a liberdade são alguns dos temas analisados ao longo da obra.

É ainda apresentada uma classificação de todas as formas de pensamento, bem como a análise das diversas causas de erro.


Nos dois últimos artigos, Descartes faz um resumo dos princípios mais importantes do conhecimento, indicando os procedimentos a adoptar para bem filosofar.


Embora situada prioritariamente no âmbito do conhecimento, a obra é atravessada por problemáticas de carácter antropológico e ontológico.



Tradução de Isabel Marcelino e Teresa Marcelino.
Introdução e comentários de Isabel Marcelino.

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DETALHES DO PRODUTO

Princípios da Filosofia
de Descartes, Isabel Marcelino
ISBN:978-972-0-41073-3
Edição/reimpressão:06-2005
Editor:Porto Editora
Código:41073
Idioma:Português
Dimensões:139 x 208 x 17 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:160
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia > Livros Escolares > Apoio Escolar > 12.º Ano > Guias de estudo/resumos

sobre Descartes

Descartes
René Descartes nasceu em La Haye (hoje Descartes), no departamento francês de Indre-et-Loire. Com oito anos, ingressou no Colégio Jesuíta Royal Henry-Le-Grand em La Flèche. Tinha bastante liberdade e era apreciado pelos professores, mas declarou no Discurso sobre o método deceção com o ensino escolástico. Depois, seguiu seus estudos, graduando com Bacherelato e Licenciatura em Direito em 1616, pela universidade de Poitiers. No entanto, Descartes nunca exerceu Direito, e em 1618 alistou-se no exército do Príncipe Maurício de Nassau, com a intenção de seguir carreira militar. Mas se declarava menos um ator do que um espectador: antes ouvinte numa escola de guerra do que verdadeiro militar. Conheceu então Isaac Beeckman, e compôs um pequeno tratado sobre música intitulado Compendium Musicae. É nessa época também que escreve Larvatus prodeo (Eu caminho mascarado). Em 1619, viajou até a Alemanha e no dia 10 de novembro teve uma visão em sonho de um novo sistema matemático e científico. Em 1622, ele retornou a França e passou os seguintes anos em Paris a algumas outras partes da Europa. Em 1628, ele compôs as Regulae ad directionem ingenii (Regras para a Direção do Espírito), e partiu para os Países Baixos, onde morou até 1649, mas mudando de endereço frequentemente. Em 1629 começou a trabalhar em Tratado do Mundo, uma obra de física, que deveria defender a tese do heliocentrismo, mas em 1633, quando Galileu foi condenado, Descartes abandonou seus planos de publicá-lo. Em 1635, a filha ilegítima de Descartes, Francine, nasceu. Ela foi batizada no dia 7 de agosto de 1635. Sua morte em 1640 foi um grande baque para Descartes. Em 1637, ele publicou três pequenos resumos de sua obra científica: A Dióptrica, Os Meteoros e A Geometria mas é o prefácio dessas obras que continua sendo lido até hoje: o Discurso sobre o método. Em 1641, aparece sua obra mais conhecida: as Meditações Sobre a Filosofia Primeira, com os primeiros seis conjuntos de Objeções e Respostas. Os autores das objeções são: do primeiro conjunto, o téologo holandês Johan de Kater; do segundo, Mersenne; do terceiro, Thomas Hobbes; do quarto, Arnauld; do quinto, Gassendi; e do sexto conjunto, Mersenne. Em 1642, a segunda edição das Meditações incluía uma sétima objeção, feita pelo jesuíta Pierre Bourdin, seguida de uma Carta a Dinet. Em 1643, a filosofia Cartesiana foi condenada pela Universidade de [|Utrecht]], e Descartes começou sua longa correspondência com Isabel da Boémia. Descartes publicou Os Princípios de Filosofia, uma espécie de manual cartesiano, e faz uma visita rápida a França em 1644, onde encontra o embaixador da França junto à corte sueca, Chanut, que o põe em contato com a rainha Cristina da Suécia. Nesta ocasião, teria declarado que o Universo é totalmente preenchido por um "éter" onipresente. Assim, a rotação do Sol, através do éter, criaria ondas ou redemoinhos, explicando o movimento dos planetas, tal qual uma batedeira. O éter também seria o meio pelo qual a luz se propaga, atravessando-o pelo espaço desde o Sol até nós. Em 1647 ele foi premiado com uma pensão pelo Rei da França e começou a trabalhar na Descrição do Corpo Humano. Ele entrevistou Frans Burman em Egmond-Binnen em 1648, resultando na Conversa com Burman. Em 1649 ele foi à Suécia a convite da Rainha Cristina, e suas Tratado das Paixões, que ele dedicou a Princesa Isabel, foram publicados. René Descartes morreu de pneumonia no dia 11 de fevereiro, 1650 em Estocolmo, Suécia, onde ele estava trabalhando como professor a convite da Rainha. Acostumado a trabalhar na cama até meio-dia, sua saúde por ter sofrido com as demandas da Rainha Christina - começavam seus estudos às 5 da manhã. Como um católico num país protestante, ele foi enterrado num cemitério de crianças não batizadas, em Adolf Fredrikskyrkan em Estocolmo. Depois, seus restos foram levados para a França e enterrados na Igreja de São Genevieve-du-Mont em Paris. Um memorial construído no século XVIII permanece na igreja sueca. Durante a Revolução Francesa seus restos foram desenterrados para irem para o Panthéon, ao lado de outros grandes pensadores franceses. A vila no vale Loire onde ele nasceu foi renomeada La Haye - Descartes. Em 1667, depois de sua morte, a Igreja Católica Romana colocou suas obras no Índice de Livros Proibidos
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