Os Maias

Episódios da vida romântica

avaliação dos leitores (6 comentários)
(6 comentários)
ISBN: 978-972-0-72725-1
Edição/reimpressão: 09-2019
Editor: Porto Editora
Código: 72725
ver detalhes do produto
11,00€ I
9,90€ I
-20%
EM
STOCK
COMPRAR
-20%
EM
STOCK
11,00€ I
9,90€ I
COMPRAR
I 10% DE DESCONTO IMEDIATO + 10% EM CARTÃO
I Em stock - envio até 48 horas
I RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA

SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Leitura recomendada no 11.º ano de escolaridade.

Na pequenez da Baixa e do Aterro, onde todos se acotovelam, os dois fatalmente se cruzam: e com o seu brilho pessoal, muito fatalmente se atraem! Há nada mais natural? Se ela fosse feia e trouxesse aos ombros uma confeção barata da Loja da América, se ele fosse um mocinho encolhido de chapéu-coco, nunca se notariam e seguiriam diversamente nos seus destinos diversos. Assim, o conhecerem-se era certo, o amarem-se era provável…

Nem só das histórias de amor dos Maias vive o romance mais completo e brilhante de Eça de Queirós. É também uma verdadeira crónica de costumes, retratando, com rigor fotográfico e muito humor, a sociedade lisboeta da segunda metade do século XIX. Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
Ver Mais

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Dois séculos diferentes - uma sociedade semelhante
Marta Segão | 2020-11-03
Reli "Os Maias" como se estivesse a ler a primeira vez, visto que já não me recordava da história. E é curioso ver como, apesar de tantos anos passados, a sociedade actual não é assim tão diferente daquela que é retratada no romance de Eça de Queirós. Já naquela altura havia pouco interesse na mudança, num país melhor, e levava-se tudo naquela onda do "deixa estar", aliado à corrupção, à mesquinhez, à falta de cultura. Boémia era a palavra de ordem. Para quem critica as gerações de agora, as do século XIX não eram muito melhores e, nesse aspecto, conseguimos descobrir diferenças, para melhor. A juventude de hoje, tal como a desse tempo, representa a esperança, a mudança, o futuro, mas parece-me que estamos melhor entregues aos jovens de hoje, do que aqueles de outrora. Com esta sociedade como fundo, o romance entre Carlos da Maia e Maria Eduarda, condenado para sempre, pelo incesto. Percebemos que ela tentou refazer a sua vida. Já Carlos, ficará, juntamente com Ega, um eterno solteirão, sem assentar e fazer algo de útil por si e pela sociedade? Acredito que sim...
Interessante mas complexo
Daniel | 2018-12-31
Ainda estou a ler o livro, mas ,pelo que li até agora, é um livro bastante rico em descrições detalhadas e pode ser considerado uma viagem aos nossos antepassados. No entanto, a minha opinião enquanto leitor que frequenta o 11 ano é que nós, com esta idade, não temos maturidade suficiente para entender o livro como realmente este deve ser apreciado.

DETALHES DO PRODUTO

Os Maias
ISBN: 978-972-0-72725-1
Edição/reimpressão: 09-2019
Editor: Porto Editora
Código: 72725
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 39 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 736
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Ensino > Apoio Escolar > 11.º Ano > Leituras Orientadas > Livros > Livros em Português > Literatura > Romance > Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil > Livros > Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 15-18 anos > Literatura
Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
Ver Mais

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU

Em Stock

Amor de Perdição

(Memórias duma família)

de Camilo Castelo Branco

6,93€

7,70€

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK