O Sonâmbulo
SINOPSE
A meio da noite é emitido um alerta sobre um assalto em curso no parque de campismo de Bredäng, nos arredores de Estocolmo. O veículo da polícia mais próximo responde à chamada e dirige-se para o local. Apesar de o parque estar encerrado durante o inverno, há luz numa das autocaravanas e ao abrirem a porta os agentes encontram um cenário aterrador. Das paredes aos móveis, tudo está coberto de sangue. Uma pessoa foi brutalmente assassinada e esquartejada com um machado.
No chão de um dos quartos, um jovem dorme, usando um braço decepado como almofada. É imediatamente detido, levado para a prisão de Kronoberg e identificado como Hugo Sand, de dezassete anos, filho de um conhecido escritor. Mas Hugo sofre de uma forma rara de sonambulismo e, por isso, tanto pode ser o criminoso como uma testemunha. Contudo, alega não ter qualquer recordação daquela noite. Joona Linna, a quem cabe investigar o caso, contacta o seu velho amigo Erik Maria Bark para, com recurso à hipnose, tentar descobrir o que aconteceu no interior da autocaravana. Este torna-se o tiro de partida para uma complicada perseguição a um temível assassino em série, que acaba de entrar numa fase particularmente cruel.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
Este novo policial começa quando, a meio da noite, é emitido um alerta sobre um assalto em curso no parque de campismo de Bredäng, nos arredores de Estocolmo. O veículo da polícia mais próximo responde à chamada e dirige-se para o local. Apesar de o parque estar encerrado durante o inverno, há luz numa das autocaravanas e ao abrirem a porta os agentes encontram um cenário aterrador. Das paredes aos móveis, tudo está coberto de sangue. Uma pessoa foi brutalmente assassinada e esquartejada com um machado.
No chão de um dos quartos, um jovem dorme, usando um braço decepado como almofada. É imediatamente detido, levado para a prisão de Kronoberg e identificado como Hugo Sand, de 17 anos, filho de um conhecido escritor. Mas Hugo sofre de uma forma rara de sonambulismo e, por isso, tanto pode ser o criminoso como uma testemunha.
Contudo, alega não ter qualquer recordação daquela noite. Joona Linna, a quem cabe investigar o caso, contacta o seu velho amigo Erik Maria Bark para, com recurso à hipnose, tentar descobrir o que aconteceu no interior da autocaravana. Este torna-se o tiro de partida para uma complicada perseguição a um temível assassino em série, que acaba de entrar numa fase particularmente cruel.
Para além de ser uma história de terror brutal e violenta, é também um drama familiar. A intriga é maravilhosamente inteligente e engana-nos de uma forma elegante. É uma história extremamente bem contada, ao estilo clássico de Kepler, e de repente sentimos um forte desejo de uma sequela. "
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