O Primo Basílio

O Primo Basílio

Eça de Queirós
avaliação dos leitores (3 comentários)
(3 comentários)
ISBN:978-972-0-04960-5
Edição/reimpressão:01-2016
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:04960
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SINOPSE

Escrito em Inglaterra, O Primo Basílio, publicado em 1878, é um romance de costumes da média burguesia lisboeta e uma sátira moralizadora ao romanesco da sociedade da época.
Luísa é uma vítima das suas leituras negativas e da baixeza moral do primo, quando a ausência do marido a deixou entregue ao seu vazio interior. É uma vítima do ócio.
Eça sugere artisticamente os traços psicológicos das várias figuras da obra com os seus dramas, que de forma alguma enfraquecem o clima trágico, denso, do drama da heroína.

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, Porto Editora (adaptado)
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uma obra que nos prende
António Durão Inácio |30.10.2014
Eça critica, nesta sua obra, a burguesia lisboeta do século XIX e em particular a instituição casamento. Muito interessante a forma como Eça vai construindo uma teia à custa de pormenores, aqui e ali, até que prende completamente o leitor ao enredo. Na parte final do livro, é impossível largá-lo, torna-se quase "viciante". Aconselho vivamente a leitura desta obra maravilhosa, nesta edição, com formato, qualidade de impressão e preço, excelentes.
Intemporal!
Pedro Aniceto |26.12.2013
A história de sempre, para sempre. Obrigatório. O livro, excelentes acabamentos e qualidade de impressão no tamanho e peso exacto para um fácil manuseio.

DETALHES DO PRODUTO

O Primo Basílio
de Eça de Queirós
ISBN:978-972-0-04960-5
Edição/reimpressão:01-2016
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:04960
Idioma:Português
Dimensões:128 x 198 x 30 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:456
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance > Apoio Escolar > 11.º Ano > Leituras Orientadas

sobre Eça de Queirós

Eça de Queirós
José Maria Eça de Queirós nasceu a 25 de novembro de 1845 numa casa da Praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro administrativo da cidade; foi batizado na Igreja Matriz de Vila do Conde . Filho de José Maria Teixeira de Queirós e Carolina Augusta Pereira d'Eça, Com 16 anos foi para Coimbra estudar Direito, tendo aí sido amigo de Antero de Quental. Seus primeiros trabalhos, publicados como um folhetão na revista "Gazeta de Portugal", apareceram como coleção, publicada depois da sua morte sob o título Prosas Bárbaras. Em 1869 e 1870, Eça de Queirós viajou ao Egito e visitou o canal do Suez que estava sendo construído, o que inspirou diversos de seus trabalhos, o mais notável dos quais o Mistério da Estrada de Sintra, de 1870, e A Relíquia, apenas publicado em 1887. Em 1871 foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino. Quando foi despachado mais tarde para Leiria para trabalhar como um administrador municipal, escreveu sua primeira novela realista da vida portuguesa, O Crime do Padre Amaro, que apareceu em 1875. Aparentemente, Eça de Queirós passou os anos mais produtivos de sua vida em Inglaterra, como cônsul de Portugal em Newcastle e em Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Suas obras mais conhecidas, Os Maias e O Mandarim, foram escritas em Bristol e Paris respetivamente. Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do séc XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara ambientada no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz. Morreu em 1900 em Paris. Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente 20 línguas. Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.
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