O Mistério da Estrada de Sintra

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SINOPSE

Em viagem de Sintra para Lisboa, o médico Dr.*** e o escritor F… são interceptados por um grupo de quatro mascarados, que os sequestram. Encaminhados, de olhos cobertos, para um prédio misterioso, é apenas quando as suas vendas são retiradas que os dois amigos descobrem os contornos macabros do rapto de que foram alvo - aos seus pés encontra-se o cadáver de um estrangeiro. Quem será este homem e qual a sua história? Publicado inicialmente nas páginas do Diário de Notícias , entre julho e setembro de 1870, sob forma de cartas anónimas, e nesse mesmo ano com edição em livro, O Mistério da Estrada de Sintra foi resultado da colaboração de dois grandes mestres: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão. É considerada a primeira narrativa policial da literatura portuguesa.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O primeiro policial português
Liliana Santos | 2022-06-03
Ideal para aqueles que acham que os policiais portugueses, e mais antigos, não despertam curiosidade, interesse e emoções fortes. De leitura obrigatória!
Mistério!
Tânia Dias | 2021-02-26
Foi um excelente presente para o meu sobrinho, de 14 anos, que se iniciou na leitura de policiais. E por que não começar pelo pimeiro policial português, do nosso Eça de Queiroz? Obviamente adorado e recomendado!

DETALHES DO PRODUTO

O Mistério da Estrada de Sintra
ISBN: 978-972-38-2966-2
Edição/reimpressão: 06-2020
Editor: Livros do Brasil
Código: 77402
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre os autores

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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Ramalho Ortigão foi escritor e jornalista. Nasceu no Porto, onde foi criado pela avó, e estudou Direito em Coimbra, não tendo, porém, acabado o curso. Foi professor de Eça de Queirós, com quem escreveu um dos primeiros livros policiais da literatura portuguesa. Com Eça também fundou mais tarde As Farpas. Com Antero de Quental bateu-se em duelo, à espada, por causa de uma contenda decorrente da Questão Coimbrã. Figura destacada do século XIX, literário e intelectual português, e, em particular, da Geração de 70, foi um ilustre membro do grupo dos "Vencidos da Vida".
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