O Mestre

ISBN: 978-972-0-41078-8
Edição/reimpressão: 12-1995
Editor: Porto Editora
Código: 41078
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SINOPSE

Esta é uma obra que trata de Filosofia da Linguagem, mas também de Filosofia do Conhecimento.

Em diálogo com o filho Adeodato, Santo Agostinho começa por questionar a eficácia do acto de ensinar e, de caminho, o papel mediador da linguagem na relação entre mestre e discípulo.

Com este exercício, Santo Agostinho distingue entre a pedagogia verbal ? modo de ensinar por meio de palavras ? da pedagogia ostensiva ? modo de ensinar sem palavras, mostrando directamente as coisas ? considerando que aquela pressupõe um conhecimento anterior por parte do discípulo e esta depende da actividade inteligente do observador.

Daqui conclui que a linguagem não pode ser causa do conhecimento da realidade significada e que aprender não depende do saber do mestre exterior, isto é, aquele que usa a linguagem significante como meio de ensino - depende, sim, da luz do «Mestre interior», Cristo, que é a origem do conhecimento superior, a própria Verdade.

A função do mestre deve ser, pois, despertar o discípulo para o conhecimento interior da verdade.

Tradução de António Soares Pinheiro.
Introdução e comentários de Maria Leonor Xavier.

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DETALHES DO PRODUTO

O Mestre
ISBN: 978-972-0-41078-8
Edição/reimpressão: 12-1995
Editor: Porto Editora
Código: 41078
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 207 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
Agostinho cresceu no norte da África colonizado por Roma, educado em Cartago. Foi professor de retórica em Milão em 383. Seguiu o Maniqueísmo nos seus dias de estudante e se converteu ao cristianismo pela pregação de Ambrósio de Milão. Foi batizado na Páscoa de 387 e retornou ao norte da África, estabelecendo em Tagaste uma fundação monástica junto com alguns amigos. Em 391 foi ordenado sacerdote em Hipona. Tornou-se um pregador famoso (há mais de 350 sermões dele preservados, e crê-se que são autênticos) e notado pelo seu combate à heresia do Maniqueísmo. Defendeu também o uso de força contra os Donatistas, perguntando "Por que (...) a Igreja não deveria usar de força para compelir seus filhos perdidos a retornar, se os filhos perdidos compelem outros à sua própria destruição?" (A Correção dos Donatistas, 22-24) Em 396 foi nomeado bispo assistente de Hipona (com o direito de sucessão em caso de morte do bispo corrente), e permaneceu como bispo de Hipona até sua morte em 430. Deixou seu monastério, mas manteve vida monástica em sua residência episcopal. Deixou a Regula para seu monastério que o levou a ser designado o "santo Patrono do Clero Regular", que é uma paróquia de clérigos que vivem sob uma regra monástica. Agostinho morreu em 430 durante o cerco de Hipona pelos Vândalos. Diz-se que ele encorajou seus cidadãos a resistirem aos ataques, principalmente porque os Vândalos haviam aderido ao arianismo, que Agostinho considerava uma heresia.
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