O Mestre

O Mestre

Santo Agostinho, António Soares Pinheiro, Maria Leonor Xavier, Sto. Agostinho, Maria Leonor Xavier
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ISBN: 978-972-0-41078-8
Edição/reimpressão: 12-1995
Editor: Porto Editora
Código: 41078
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SINOPSE

Esta é uma obra que trata de Filosofia da Linguagem, mas também de Filosofia do Conhecimento.

Em diálogo com o filho Adeodato, Santo Agostinho começa por questionar a eficácia do acto de ensinar e, de caminho, o papel mediador da linguagem na relação entre mestre e discípulo.

Com este exercício, Santo Agostinho distingue entre a pedagogia verbal ? modo de ensinar por meio de palavras ? da pedagogia ostensiva ? modo de ensinar sem palavras, mostrando directamente as coisas ? considerando que aquela pressupõe um conhecimento anterior por parte do discípulo e esta depende da actividade inteligente do observador.

Daqui conclui que a linguagem não pode ser causa do conhecimento da realidade significada e que aprender não depende do saber do mestre exterior, isto é, aquele que usa a linguagem significante como meio de ensino - depende, sim, da luz do «Mestre interior», Cristo, que é a origem do conhecimento superior, a própria Verdade.

A função do mestre deve ser, pois, despertar o discípulo para o conhecimento interior da verdade.

Tradução de António Soares Pinheiro.
Introdução e comentários de Maria Leonor Xavier.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Importante
Manuel Vilhena | 2022-09-17
Uma obra importante sobre o pensamento de Santo Agostinho, muito bem comentada pelo a professora Leonor Xavier

DETALHES DO PRODUTO

O Mestre
de Santo Agostinho, António Soares Pinheiro, Maria Leonor Xavier, Sto. Agostinho, Maria Leonor Xavier
ISBN: 978-972-0-41078-8
Edição/reimpressão: 12-1995
Editor: Porto Editora
Código: 41078
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 207 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas

sobre os autores

Agostinho cresceu no norte da África colonizado por Roma, educado em Cartago. Foi professor de retórica em Milão em 383. Seguiu o Maniqueísmo nos seus dias de estudante e se converteu ao cristianismo pela pregação de Ambrósio de Milão. Foi batizado na Páscoa de 387 e retornou ao norte da África, estabelecendo em Tagaste uma fundação monástica junto com alguns amigos. Em 391 foi ordenado sacerdote em Hipona. Tornou-se um pregador famoso (há mais de 350 sermões dele preservados, e crê-se que são autênticos) e notado pelo seu combate à heresia do Maniqueísmo. Defendeu também o uso de força contra os Donatistas, perguntando "Por que (...) a Igreja não deveria usar de força para compelir seus filhos perdidos a retornar, se os filhos perdidos compelem outros à sua própria destruição?" (A Correção dos Donatistas, 22-24) Em 396 foi nomeado bispo assistente de Hipona (com o direito de sucessão em caso de morte do bispo corrente), e permaneceu como bispo de Hipona até sua morte em 430. Deixou seu monastério, mas manteve vida monástica em sua residência episcopal. Deixou a Regula para seu monastério que o levou a ser designado o "santo Patrono do Clero Regular", que é uma paróquia de clérigos que vivem sob uma regra monástica. Agostinho morreu em 430 durante o cerco de Hipona pelos Vândalos. Diz-se que ele encorajou seus cidadãos a resistirem aos ataques, principalmente porque os Vândalos haviam aderido ao arianismo, que Agostinho considerava uma heresia.
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Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier é professora associada com agregação do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde tem leccionado, entre outras, as disciplinas de Filosofia Medieval e de Metafísica Medieval. Membro da Sociedade Internacional para o Estudo da Filosofia Medieval (SIEPM) e do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (CFUL). Autora de: Razão e Ser. Três Questões de Ontologia em Santo Anselmo (1999); Questões de Filosofia na Idade Média (2007); O Teísmo Medieval. Santo Anselmo e João Duns Escoto (2009); bem como de dezenas de artigos publicados em obras colectivas e revistas de filosofia. Tradutora de: Teologia Mística. Textos de Pedro Hispano e Tomás Galo (2008). Coordenadora de: Philosophica 34. Anselmo sola ratione 900 anos depois (2009); A Questão de Deus na História da Filosofia I-II (2008) e A Questão de Deus. Ensaios Filosóficos (2010), obras publicadas no âmbito do Projecto de Filosofia FCT / CFUL [PTDC/FIL/64249/2006] «A Questão de Deus. História e Crítica»
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