O Doente Molière

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SINOPSE

No Palais Royal, acaba de ser representado O Doente Imaginário. No palco, Molière, que representa o papel principal, dá sinais de mal-estar. Poucas horas depois, já em casa, deitado no leito, sussurra à única pessoa que está a seu lado: «Fui envenenado.» O homem que ouve esta revelação sai em busca de um padre. Não teria sido mais adequado correr para chamar um médico?

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Divertissement
Ana | 2022-08-10
Fonseca atingiu um estado fluído, escreve como qualquer atividade autónoma do corpo ou como quando se brinca. E nós contamos com isso; porque ao lê-lo entramos nesse estado, simplesmente lemos e usufruímos, é só e não é pouco, é como observar (ou fazer) Tai Chi Chuan.
Quem envenenou Moliére?
Claudino Moura | 2022-07-19
A escrita de Rubem Fonseca nunca desilude. Mais do que o mistério de quem envevenou Moliere, é o quadro da época e o humor do escritor que fazem o livro. Destaque para o facto de todas as personagens históricas serem reais, com excepção do narrador anónimo da história, um marquês mulherengo e bon vivant, que acaba por descobrir o mistério da morte de Moliére 6 anos depois.

DETALHES DO PRODUTO

O Doente Molière
ISBN: 978-989-676-155-4
Edição/reimpressão: 04-2020
Editor: Sextante Editora (chancela)
Código: 07235
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 215 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Nasceu em Juiz de Fora (Minas Gerais), no Brasil, a 11 de maio de 1925. É um dos mais prestigiados escritores brasileiros contemporâneos e um dos expoentes máximos da literatura de língua portuguesa. Traduzido em todo o mundo, foi galardoado com seis prémios Jabuti e, pelo conjunto da sua obra, com o Prémio Camões em 2003. Em 2015, recebeu o Prémio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL).
É autor de uma vasta obra narrativa, contista e romancista, que tem vindo a ser publicada em Portugal, desde 2010, pela Sextante Editora. Os romances Agosto e A Grande Arte são duas das suas obras incontornáveis, exemplos máximos da sua escrita sóbria e de um realismo «duro» que fez escola na literatura brasileira: «todas as palavras devem ser usadas», disse uma vez numa entrevista.
A Carne Crua — uma coleção de 26 contos inéditos, lançada em Portugal há precisamente um ano —, que viria a ser a sua derradeira criação, juntam-se atualmente no catálogo da Sextante os romances O Seminarista, Buffo & Spallanzani (Prémio Literário Casino da Póvoa do Correntes d’Escritas), A Grande Arte, Agosto e O Selvagem da Ópera, os livros de contos Calibre 22, Axilas & Outras Histórias Indecorosas, Histórias Curtas e Amálgama, e a autobiografia de infância intitulada José.
Rubem Fonseca faleceu no Rio de Janeiro a 15 de abril de 2020, vítima de um enfarte do miocárdio. Após a sua morte foi editado O Doente Molière.
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