O Conde d'Abranhos e a Catástrofe

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ISBN: 978-972-0-04969-8
Edição/reimpressão: 11-2015
Editor: Porto Editora
Código: 04969
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SINOPSE

Em 1879, Eça redige de um fôlego O Conde d'Abranhos, que apenas seria postumamente publicado e que constitui a sua mais contundente crítica romanceada da intriga política constitucional. (O editor chegou a propor que se publicasse sem indicação de autoria.) É o romance que mais diretamente corresponde à crítica institucional das primeiras Farpas: concentra de um modo particularmente sarcástico um conjunto de traços satíricos que, diversamente doseados, se distribuirão noutras obras por vários figurantes do carreirismo político ou burocrático.

A. J. Saraiva e Óscar Lopes, in História da Literatura Portuguesa, 17.ª ed., Porto Editora (adaptado)

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

No século XIX como no século XXI...
Susana M. | 2014-11-06
O Conde d'Abranhos poderia ter sido escrito nos nossos dias, e continuaria a fazer sentido tal como fazia no século XIX. Eça de Queiroz descreve os políticos da forma brilhante e crítica que lhe é característica.

DETALHES DO PRODUTO

O Conde d'Abranhos e a Catástrofe
ISBN: 978-972-0-04969-8
Edição/reimpressão: 11-2015
Editor: Porto Editora
Código: 04969
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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