O Ano da Morte de Ricardo Reis

O Ano da Morte de Ricardo Reis

avaliação dos leitores (21 comentários)
(21 comentários)
Formatos disponíveis
18,85€ I
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
18,85€ I
COMPRAR
I 10% DE DESCONTO EM CARTÃO
I EM STOCK
I PORTES GRÁTIS
I RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA

SINOPSE

Leitura recomendada para o 12.º ano de escolaridade.

Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro de 1935. Fica até setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: «Aqui onde o mar se acaba e a terra principia»; o virar ao contrário o verso de Camões: «Onde a terra acaba e o mar começa.» Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.

Caligrafia da capa por CARLOS REIS

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
Ver Mais

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Umas das melhores obras de Saramago
Rui | 2026-03-19
O heterónimo de Pessoa, Ricardo Reis, regressou do Brasil para terminar a sua vida na terra natal - Portugal. Este romance de Saramago é muito sobre o Portugal desses idos anos 30, o Portugal do Estado Novo, amordaçado e estagnado, refém de um regime despótico e inquisidor, correligionário de um movimento de extrema-direita em crescimento por toda a Europa, com ramificações em Itália (Mussolini), Alemanha (Hitler) e Espanha (Franco). É o mundo do entre guerras, pleno de excessos e contradições, onde se sente uma ameaça latente no ar, que culminará no maior e mais sangrento de todos os conflitos, a segunda grande guerra mundial. A partir dos ficcionados últimos dias de vida do único heterónimo de Pessoa cuja biografia não incluía uma data de falecimento, Saramago fala-nos de temas como o esquecimento, a dicotomia vida e morte, a relação do espiritual com o mundano, dos paradoxos e ironias desse Portugal salazarento, e de um sem número de reflexões que só um escritor tão arguto e atento, como Saramago, podia fazer. Uma das melhores obras de Saramago, sem dúvida.
Recomendo
MF | 2023-01-28
A fusão de Ricardo Reis/ Fernando Pessoa e Saramago é incrível. O decorrer do livro é lento, e por vezes não é o livro mais fácil de ler, mas é absolutamente maravilhoso!

DETALHES DO PRODUTO

O Ano da Morte de Ricardo Reis
de José Saramago
ISBN: 978-972-0-04882-0
Edição/reimpressão: 09-2016
Editor: Porto Editora
Código: 04882
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 496
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre José Saramago

Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou postumamente, a 16 de novembro de 2021, José Saramago com o grande-colar da Ordem de Camões, pelos "serviços únicos prestados à cultura e à língua portuguesas", no arranque das comemorações do centenário do nascimento do escritor.
Ver Mais

DO MESMO AUTOR

Portes Grátis

EM STOCK

Ensaio sobre a Cegueira

Edição Ilustrada

de José Saramago

22,50€

25,00€

EM STOCK

Um Azul para Marte

de José Saramago

12,96€

14,40€

Portes Grátis

EM STOCK

A jangada de pedra

de José Saramago

16,97€

18,85€

EM STOCK

O Primeiro Barco

de José Saramago

14,40€

Portes Grátis

EM STOCK

A Viúva

de José Saramago

18,85€

Portes Grátis

EM STOCK

A Viagem do Elefante

Edição Ilustrada

de José Saramago

25,50€

Ver mais títulos deste autor

Conheça as nossas novidades

Seja o primeiro a conhecer os livros que acabaram de chegar, notícias sobre autores, conteúdo exclusivo e muito mais!

Conheça as nossas novidades

Seja o primeiro a conhecer os livros que acabaram de chegar, notícias sobre autores, conteúdo exclusivo e muito mais!