O Alienista

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ISBN: 978-972-0-72694-0
Edição/reimpressão: 08-2019
Editor: Porto Editora
Código: 72694
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Leitura recomendada para o 9.º ano de escolaridade.

Quando o Dr. Simão Bacamarte, médico psiquiatra, homem da ciência, constrói um asilo em Itaguaí, nada faria prever os acontecimentos que lhe sucederam. "Eram furiosos, eram mansos, eram monomaníacos, era toda a família dos deserdados do espírito." Mas quem eram, afinal, os loucos? Neste conhecido conto da literatura brasileira, Machado de Assis reflete sobre a fronteira entre a sanidade e a loucura, ao mesmo tempo que constrói um retrato crítico da sociedade da época. Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

pouca leitura
FR | 2020-12-03
Para quem não lê muito, é um bom livro. Suscitou interesse, curiosidade. Gostou da leitura.
CATIVANTE
Cláudia Marcos | 2019-10-04
O "Alienista", conhecido conto da literatura brasileira, aborda a fronteira entre a sanidade e a loucura, retratando a sociedade da época. A não perder!!!

DETALHES DO PRODUTO

O Alienista
ISBN: 978-972-0-72694-0
Edição/reimpressão: 08-2019
Editor: Porto Editora
Código: 72694
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Ensino > Apoio Escolar > 9.º Ano > Leituras Orientadas > Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
Machado de Assis é filho de pai mulato carioca e mãe açoriana. O escritor brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 1839 e morreu em 1908. Autodidata e ambicioso, tornou-se um clássico da língua portuguesa. Os primeiros poemas foram publicados na imprensa, seguindo-se-lhes crónicas, contos, romances e ensaios críticos. O seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, foi publicado em 1864 e o seu primeiro romance, Ressurreição, em 1872. Iniciando a sua atividade literária em pleno Romantismo, tornou-se o autor mais importante da nova estética do Realismo e foi ainda contemporâneo do Parnasianismo e do Simbolismo. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) corresponde à fase do Realismo psicológico, em que o autor vai mostrar a ambiguidade fundamental do ser humano, a incapacidade humana de conhecimento do real, substituindo-o, assim, por uma mistificação. Esta demonstração é muito mais subtil do que a análise dos meros mecanismos hereditários e sociais próprios do Naturalismo. Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacob (1904) e Memorial de Aires (1908), são as obras-primas deste período. Por elas perpassa uma trágica ironia a par com uma visão sem ilusões da sociedade urbana carioca.
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