O Alienista

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avaliação dos leitores (10 comentários)
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ISBN: 978-972-0-72694-0
Edição/reimpressão: 03-2014
Editor: Porto Editora
Código: 72694
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Leitura recomendada para o 9.º ano de escolaridade.

Quando o Dr. Simão Bacamarte, médico psiquiatra, homem da ciência, constrói um asilo em Itaguaí, nada faria prever os acontecimentos que lhe sucederam. "Eram furiosos, eram mansos, eram monomaníacos, era toda a família dos deserdados do espírito." Mas quem eram, afinal, os loucos? Neste conhecido conto da literatura brasileira, Machado de Assis reflete sobre a fronteira entre a sanidade e a loucura, ao mesmo tempo que constrói um retrato crítico da sociedade da época. Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Leitura rápida
Filipe Seabra | 2022-04-09
Um livro que se lê numa tarde. Não considero extraordinário, como tem fama de o ser. Mas tem uma história que nos faz pensar, de alguma forma.
pouca leitura
FR | 2020-12-03
Para quem não lê muito, é um bom livro. Suscitou interesse, curiosidade. Gostou da leitura.

DETALHES DO PRODUTO

O Alienista
de Machado de Assis
ISBN: 978-972-0-72694-0
Edição/reimpressão: 03-2014
Editor: Porto Editora
Código: 72694
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.
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