Nadar na Piscina dos Pequenos

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SINOPSE

Encontrámos as partes,
mas ainda não o conjunto.
Falta-nos esta última força.
Falta-nos a esperança
como uma espuma branca que nos proteja e nos una.
Procuramos esse sustento salutar:
conviver,
perseguidos por uma espécie de incontinência verbal.

Na juventude, começámos com uma boneca de corda,
a que demos tudo o que tínhamos.
O fracasso estava, no entanto, treinado
para receber-nos, com luvas gigantes,
como se fôssemos bolas de basebol.
Continuamos calados. À procura. Com fome.
Não podemos fazer mais.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Neste seu novo livro de poesia, Golgona Anghel usa a História para especular hipóteses de futuro, enquanto apresenta, sem complacências, um corte transversal do nosso presente.»
Hugo Pinto Santos, Público (4,5 estrelas)

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Poesia do agora
Maria Jorge Vilela | 2022-04-13
A ironia e o sarcasmo do poema atingem-nós e imediatamente tomamos conta dele.
Aceitável
Diogo Gonçalves | 2018-10-02
Leitura interessante e irónica, um dos poucos livros de poesia atual que me captaram o interesse.

DETALHES DO PRODUTO

Nadar na Piscina dos Pequenos
ISBN: 978-972-37-1964-2
Edição/reimpressão: 03-2018
Editor: Assírio & Alvim
Código: 79476
Idioma: Português
Dimensões: 145 x 205 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Poesia
Golgona Anghel é licenciada (2003) em Estudos Portugueses e Espanhóis na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e doutorada (2009) em Literatura Portuguesa Contemporânea na mesma universidade. Atualmente, é bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia e desenvolve um projeto de pós-doutoramento sobre cinema e literatura, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Publicou dois livros de ensaio — Eis-me acordado muito tempo depois de mim, uma biografia de Al Berto (Quasi Edições, 2006), Cronos decide morrer, viva Aiôn, Leituras do tempo em Al Berto (Língua Morta, 2013) e preparou uma edição diplomática dos Diários do poeta Al Berto (Assírio & Alvim, 2012).
Com uma mão numa salada de ovas de bacalhau e outra numa caneta de tinta permanente, escreve, hoje, sem trégua, espalha doenças, alimenta casos perdidos, parte os dentes dos curiosos passageiros. Tudo isto está devidamente registado: Crematório Sentimental (Quasi Edições, 2007), Vim porque me pagavam, (Mariposa Azual, 2011), Como uma flor de plástico na montra de um talho (Assírio & Alvim, 2013).
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