Mário Soares

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avaliação dos leitores (3 comentários)
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ISBN:978-972-0-03004-7
Edição/reimpressão:05-2017
Editor:Porto Editora
Código:03004
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SINOPSE

«Os grandes políticos dão grandes fotografias. Há entre eles e a fotografia deles uma aliança, uma atracção, uma osmose que um fotógrafo astuto sabe aproveitar. As fotografias de Churchill (muito fotogénico) ou de De Gaulle (pouco fotogénico), de Roosevelt ou de Kennedy, de Mitterrand ou de Soares têm aquela aura de que não sabemos desviar o olhar e a que damos os nomes de força ou poder, grandeza ou renome, autoridade ou carisma, expressão ou intensidade.

Agora, estou a vê-lo a olhar a fotografia e a dizer: "Hein! Não está mal, pois não?!" Falava bem da fotografia, porque a fotografia falava bem dele. A fotografia não estava mal, porque ele não estava mal nela.» José Manuel dos Santos
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Fotos magnificas
Marco Franco |2017-07-04
Fotos magnificas que descrevem os momentos mais marcantes e importantes do Pai da Democracia de Portugal. Vale a pena investir neste livro!
Fotografia
Ricardo Figueiredo |2017-07-04
Excelente registo fotográfico da alguns momentos marcantes da intensa vida de Mário Soares, que começa com a viagem de regresso do exílio. Recomendo.

DETALHES DO PRODUTO

Mário Soares
ISBN:978-972-0-03004-7
Edição/reimpressão:05-2017
Editor:Porto Editora
Código:03004
Idioma:Português
Dimensões:232 x 230 x 15 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:200
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Fotografia > Literatura > Biografias
Alfredo de Almeida Coelho da Cunha nasceu em Celorico da Beira em 1953.
Começou a carreira profissional ligado à publicidade e fotografia comercial em 1970. Tornou-se colaborador do jornal Notícias da Amadora em 1971.
Ingressou nos quadros do jornal O Século e O Século Ilustrado (1972), na Agência Noticiosa Portuguesa — ANOP (1977) e nas agências Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987). Foi fotógrafo oficial do Presidente da República António Ramalho Eanes, entre 1976 e 1978. Em 1985 foi designado fotógrafo oficial do Presidente da República Mário Soares, cargo que exerceu até 1996.
Foi editor de fotografia no jornal Público entre 1989 e 1997, altura em que integrou o Grupo Edipresse como editor fotográfico. Em 2000, tornou-se fotógrafo da revista Focus.
Em 2002, colaborou com Ana Sousa Dias no programa Por Outro Lado, da RTP2. Entre 2003 e 2012, foi editor fotográfico do Jornal de Notícias e diretor de fotografia da agência Global Imagens. Atualmente, trabalha como freelancer e desenvolve vários projetos editoriais. A sua primeira grande reportagem foi sobre os acontecimentos do dia 25 de abril de 1974.
Alfredo Cunha recebeu diversas distinções e homenagens, destacando-se a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique (1995) e as menções honrosas atribuídas no Euro Press Photo 1994 e no Prémio Fotojornalismo Visão|BES 2007 e 2008. Realizou várias exposições individuais e coletivas de fotografia, como Da Descolonização à Cooperação (1983) e Portugal Livre (1974). Das dezenas de livros de fotografia que já publicou destacam-se Raízes da Nossa Força (1972), Vidas Alheias (1975), Disparos (1976), Naquele Tempo (1995), O Melhor Café (1996), Porto de Mar (1998), 77 Fotografias e um Retrato (1999), Cidade das Pontes (2001), Cuidado com as Crianças (2003), A Cortina dos Dias (2012), Os Rapazes dos Tanques (2014), Toda a Esperança do Mundo (2015), Felicidade (2016) e Fátima — Enquanto Houver Portugueses (2017).
Alfredo Cunha fotografa com máquinas Fujifilm X e é um dos X Photographers da Fujifilm Global.
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