Jesus Cristo em Lisboa

Jesus Cristo em Lisboa

Tragicomédia em sete actos

ISBN: 978-972-37-1268-1
Edição/reimpressão: 09-2011
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78761
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SINOPSE

Condenação do fariseísmo social e da cegueira política patentes num dado instante (aliás temporal) da vida portuguesa (em que Lisboa aparece tão literalmente identificada como Pôncio Pilatos no Credo), a peça Jesus Cristo em Lisboa surge também como um Auto de Fé, com todos os respectivos ingredientes da acusação, do juízo e da sanção mortal — episódio do grande teatro do mundo. Nem lhe falta a moralidade conclusiva, a mensagem, por isso que, auto, é também moralidade, como se na peça se reunissem os dados peculiares a um auto sacramental de apologia do Amor. E, todavia, talvez escandalizados com a peça, continuaremos a crucificar Jesus com os pregos dos nossos pecados…
Diremos então que, não sendo um discurso racionalista, ou dialéctico, ele aduz uma doutrina, como se a tragicomédia fosse algo que está para além do teatro, mas antes busca re-situar o querigma primeiro, a boa nova da alegria, na escuridão das trevas. Nem lhe falta a chave de ouro do maior dos mistérios: «Amai-vos uns aos outros» (Sétimo Quadro). João (15, 12) acrescentara, para haver modelo de referência: «como Eu vos amei».
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DETALHES DO PRODUTO

Jesus Cristo em Lisboa
ISBN: 978-972-37-1268-1
Edição/reimpressão: 09-2011
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78761
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 230 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Livros > Arte > Artes de Palco > Livros em Português > Livros > Literatura > Teatro (Obra)

sobre os autores

Raul Brandão nasceu na Foz do Douro, Porto, a 12 de março de 1867, e morreu em Lisboa a 5 de dezembro de 1930. Militar de 1888 a 1911, quando se reformou do posto de capitão, foi ao jornalismo e à literatura que dedicou a sua vida, escrevendo livros, como Húmus, a sua obra-prima, ou peças de teatro como O Gebo e a Sombra, que impressionaram várias gerações até aos nossos dias. Sem nunca ter escrito poesia, a sua escrita é predominantemente poética, e a condição humana é o tema profundo da sua obra: simbolista-decadentista no início, com História de um Palhaço, impressionista no final, quando escreve Os Pescadores e As Ilhas Desconhecidas, considerado «um dos melhores livros de viagens de todos os tempos na literatura portuguesa». As suas Memórias – que agora se apresentam reunidas num único volume – são uma das grandes referências nacionais neste género literário.
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Nasceu em Amarante em 1877 e faleceu em 1952. Fez parte do movimento da Renascença Portuguesa e tornou-se um notável poeta do saudosismo. Publicou ainda livros de reflexão e ensaio.
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