História da Coluna Infame
História da Coluna Infame

História da Coluna Infame

ISBN: 978-972-37-0278-1
Edição/reimpressão: 11-1991
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78260
Coleção: O Imaginário
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SINOPSE

Alessandro Manzoni nasceu em Milão onde veio a falecer em 1873. É um escritor antigo? É. A sua obra reflecte historicamente o seu tempo e as respectivas preocupações afectivas e sociais, mas com temas metaforicamente actuais. Grandes paixões postas à prova pelos homens pertencentes à classe alta da sociedade hierarquizada do Antigo Regime. Os inocentes expõem-se às suas prepotências servidas por uma justiça perversa e desigual. A natureza, com os seus caprichos, ajuda a ampliar a desgraça. Mas, se todas as contrariedades aprofundam o leito do destino, uma pequena luz eclodirá na zona mais negra e, providencialmente, o amor, ou o bem, acaba por triunfar.

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DETALHES DO PRODUTO

História da Coluna Infame
de Alessandro Manzoni
ISBN: 978-972-37-0278-1
Edição/reimpressão: 11-1991
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78260
Coleção: O Imaginário
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 209 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Alessandro Manzoni

Poeta e romancista italiano, Alessandro Manzoni nasceu em Milão a 7 de março de 1785, descendente de uma antiga família de senhores feudais.
Cresce em Milão mas, em 1805, junta-se à sua mãe em Paris. Nesta cidade, familiariza-se com as ideias e princípios do pensamento de Voltaire, uma influência notória nas suas primeiras obras, nas quais está presente a tendência para ideais anti-eclesiásticos e jacobinos.
Casa em 1808 com Henriette-Louise Blondel, filha de um banqueiro suíço protestante. Dois anos mais tarde, Henriette converte-se ao catolicismo, o que terá levado Manzoni a reconciliar-se com a Igreja. A partir daí, o escritor dedicou a sua vida à religião, ao patriotismo (era um forte simpatizante do movimento de libertação e unificação de Itália) e à literatura.
Os seus escritos criativos concentram-se entre 1812 e 1827, tendo-se depois dedicado aos estudos linguísticos. Entre os seus amigos próximos encontram-se Tommaso Grossi, Massimo d’Azeglio e o filósofo Antonio Rosmini. Passou a maior parte da sua vida em Milão, onde morreu a 22 de maio de 1873.
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