História Breve da Lua

História Breve da Lua

António Gedeão
avaliação dos leitores (1 comentários)
(1 comentários)
ISBN:978-972-0-72707-7
Edição/reimpressão:02-2016
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:72707
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SINOPSE

Vou contar-vos uma história
que espero que vos agrade.

Diz essa história que outrora
a superfície da Lua
não era como é agora…

Descobre a história (breve) da Lua, nesta divertida peça escrita em verso, com um toque sublime de imaginação.

Este livro é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 8.º ano de escolaridade.

A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura.


Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Muito bom
Adriana Vieira |26.12.2014
Este livro, segundo o meu irmão (pessoa para quem foi comprado) tem uma linguagem agradável, diálogos divertidos e é muito "fixe". Ele adorou e recomenda.

DETALHES DO PRODUTO

História Breve da Lua
de António Gedeão
ISBN:978-972-0-72707-7
Edição/reimpressão:02-2016
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:72707
Idioma:Português
Dimensões:130 x 195 x 6 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:64
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantojuvenil > Literatura Juvenil > Plano Nacional de Leitura > 8.º ano > Leitura Orientada > Apoio Escolar > 8.º Ano > Leituras Orientadas

sobre António Gedeão

António Gedeão
Rómulo Vasco da Gama Carvalho nasceu em Lisboa em 1906 e faleceu na mesma cidade, em 1997.
Poeta, autor dramático, cientista e historiador, formado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade do Porto. Com o seu nome próprio, Rómulo de Carvalho é autor de numerosos volumes de divulgação da cultura científica, publicados, nos anos 50 e 60, na colecção "Ciência para gente nova", da Atlântida nos anos 70, nos "Cadernos de iniciação científica", da Sá da Costa, a que seguiriam nas décadas posteriores vários manuais escolares. Ainda neste domínio, desenvolveu trabalhos de investigação sobre a história da ciência em Portugal. Como poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão, é contemporâneo da geração de "Presença", mas só se revelou na segunda metade do século, sendo saudado, no momento da sua revelação, por David Mourão-Ferreira como uma voz "inteiramente nova" no panorama poético dos anos 50 (cf. Vinte Poetas Contemporâneos , 2.a ed., Lisboa, Ática, 1980, pp. 149-153). Para essa originalidade concorriam, entre outros traços, a incorporação das tradições do primeiro e segundo modernismos, a opção por um estilo rigorosamente cadenciado e ritmado, a expressão da inquietação e angústia colectivas do Homem do pós-guerra ou o recurso frequente a uma terminologia ou imagística provenientes do domínio científico. Jorge de Sena (cf. estudo introdutório à segunda edição de Poesias Completas , Lisboa, Portugália, 1968) e Fernando J. B. Martinho (cf. Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50 , Lisboa, Colibri, 1996, pp. 428-433) assinalam na poesia de António Gedeão a recorrência de dispositivos retóricos que permitem considerar no âmbito de um neobarroquismo a poesia do autor de Movimento Perpétuo.
Vários dos seus poemas foram também divulgados através da música, como, por exemplo, Calçada de Carriche, Fala do Homem Nascido, Lágrima de Preta e Pedra Filosofal , tendo este último, composto e cantado por Manuel Freire, obtido um sucesso invulgar.
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