Contos

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ISBN: 978-972-0-04952-0
Edição/reimpressão: 12-2019
Editor: Porto Editora
Código: 04952
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.

No prefácio dos "Azulejos do Conde de Arnoso", emite Eça a sua opinião sobre o conto: "No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida".

O enredo é simples, linear. Não é analítico. Há neles concentração de ação, tempo e espaço. Eça realiza-se também como contista.

Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, p. 245, Porto Editora, 1999
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uma obra-prima da literatura portuguesa.
Paula Susana | 2020-07-03
Os contos de Eça são uma critica realista ao país e à sociedade da época. Neste livro Eça de Queiroz leva-nos à critica de valores, e cada conto é uma lição de vida.
Cada conto, uma reflexão
Paula Pereira | 2018-03-16
Inserido no Plano Nacional de Leitura, mas para todos os adultos reflectirem. Destaque para: - Singularidades de uma Raparigs Loira; - No Moinho; - Civilização; - Frei Genebro; - O Defunto; - José Matias - A Aia

DETALHES DO PRODUTO

Contos
ISBN: 978-972-0-04952-0
Edição/reimpressão: 12-2019
Editor: Porto Editora
Código: 04952
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 198 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Ensino > Apoio Escolar > Leituras Orientadas > Livros > Livros em Português > Literatura > Contos
Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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