As Intermitências da Morte

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SINOPSE

«No dia seguinte ninguém morreu.»
Assim começa este romance de José Saramago.

Colocada a hipótese, o autor desenvolve-a em todas as suas consequências, e o leitor é conduzido com mão de mestre numa ampla divagação sobre a vida, a morte, o amor, e o sentido, ou a falta dele, da nossa existência.

Caligrafia da capa por VALTER HUGO MÃE
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Incrível
TB | 2021-04-06
Foi a segunda obra que li do "nosso" Nobel e fico cada vez mais cativada pela sua escrita. Foca novamente assuntos desconfortáveis para o comum dos mortais, questiona-nos sobre a nossa humanidade e a nossa dignidade. De intermitente só tem mesmo o título. Quem diz que não consegue ler Saramago deveria dar uma hipótese a este livro. Recomendo, claro!
De Génio!
Mariana Silva | 2021-03-12
Este foi o segundo livro do incrível escritor que era José Saramago que tive o enorme prazer de ler. Sempre com uma escrita cativante, simples e sarcástica aborda e critica temas sociais e políticos como ninguém. A falta de humanismo, compaixão e empatia é intemporal.

DETALHES DO PRODUTO

As Intermitências da Morte
ISBN: 978-972-0-04667-3
Edição/reimpressão: 01-2021
Editor: Porto Editora
Código: 04667
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Prémio Nobel de Literatura, 1998

Autor de mais de 40 títulos, José Saramago nasceu em 1922, na aldeia de Azinhaga.
As noites passadas na biblioteca pública do Palácio Galveias, em Lisboa, foram fundamentais para a sua formação. «E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.»
Em 1947 publicou o seu primeiro livro que intitulou A Viúva, mas que, por razões editoriais, viria a sair com o título de Terra do Pecado. Seis anos depois, em 1953, terminaria o romance Claraboia, publicado apenas após a sua morte.
No final dos anos 50 tornou-se responsável pela produção na Editorial Estúdios Cor, função que conjugaria com a de tradutor, a partir de 1955, e de crítico literário.
Regressa à escrita em 1966 com Os Poemas Possíveis.
Em 1971 assumiu funções de editorialista no Diário de Lisboa e em abril de 1975 é nomeado diretor-adjunto do Diário de Notícias.
No princípio de 1976 instala-se no Lavre para documentar o seu projeto de escrever sobre os camponeses sem terra. Assim nasceu o romance Levantado do Chão e o modo de narrar que caracteriza a sua ficção novelesca. Até 2010, ano da sua morte, a 18 de junho, em Lanzarote, José Saramago construiu uma obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo.
No ano de 2007 foi criada em Lisboa uma Fundação com o seu nome, que trabalha pela difusão da literatura, pela defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, tomando como documento orientador a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Desde 2012 a Fundação José Saramago tem a sua sede na Casa dos Bicos, em Lisboa.
José Saramago recebeu o Prémio Camões em 1995 e o Prémio Nobel de Literatura em 1998.
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