A Velha e outras histórias

A Velha e outras histórias

ISBN: 978-972-37-1236-0
Edição/reimpressão: 09-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78736
Coleção: O Imaginário
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SINOPSE

Daniil Harms, morto aos trinta e sete anos numa prisão da Leninegrado cercada pelos nazis, pertence à última geração dos grandes vanguardistas russos que ainda ousaram exprimir-se com liberdade e ironia (embora por isso não pudessem publicar e tivessem sido reprimidos). Harms só foi publicado muito parcialmente na URSS vinte anos após a sua morte, em 1962.

É um dos mais originais representantes das novas perspectivas literárias que influenciaram a Rússia e o mundo desde o final do século XIX até ao final do primeiro terço do século XX. Fundador da OBERIU, Associação de Arte Real, erigiu o absurdo e o humor negro em arte nas suas peças e histórias curtas. É considerado o representante russo — casual ou não — do movimento surrealista (Cesariny dedica um «ditirambo» a Daniil Harms em Pena Capital ).

Além das histórias de Harms propriamente ditas, este volume contém três anexos: o Anexo 1 é o Manifesto oberiuísta. O Anexo 2, que pode considerar-se prosa típica de Harms, consiste nos cinco autos de interrogatório (entre Janeiro de 1931 e Julho de 1932) em que Harms «confessa» ironicamente os seus crimes, sobretudo o carácter anti-soviético das suas poesias infantis. O Anexo 3 é a tradução possível de três dessas suas poesias infantis.

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DETALHES DO PRODUTO

A Velha e outras histórias
ISBN: 978-972-37-1236-0
Edição/reimpressão: 09-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78736
Coleção: O Imaginário
Idioma: Português
Dimensões: 132 x 208 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Daniil Harms

Daniil Harms de seu nome verdadeiro Daniil Ivanóvitch Iuvatchov, nasceu em S. Petersburgo em 1905. Perseguido pelo regime e impedido de publicar (um par de poemas é tudo quanto consegue publicar em vida), Harms e outros autores conseguem sobreviver escrevendo para revistas infantis. Estes textos, muitas vezes desafiando os moldes da produção literária didáctica e temente ao regime, acabam por atirá-lo para a prisão por duas vezes. Da segunda vez, Daniil Harms morre em condições misteriosas. Corria o ano de 1942 e Leninegrado encontrava-se já cercada pelo exército nazi. A sua mulher, Marina Malich, e o seu amigo Iakov Druskin regressam à casa onde viviam, quase destruída por uma bomba, e recuperam a mala onde Harms havia guardado os seus manuscritos, salvando assim uma obra que só vinte anos depois começaria a ser divulgada e publicada na URSS.
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