A sala magenta

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SINOPSE

Paixão, luxúria e erotismo. Raiva, crueldade e regelo. Dois tempos. O presente, numa casa na floresta, perto da Lagoa Moura, onde pena Gustavo Miguel Dias, um cineasta em fim de carreira, lambendo as suas feridas e rememorando tempos gloriosos. O passado, impante na capital. As festas. O álcool. Os quartos de hotel. O rol interminável de mulheres e amantes. E aquela sala magenta, duma tal Maria Alfreda, antecâmara da felicidade, conchego alcatifado, jogo perverso entre o desdém, o apaziguamento e a ameaça.

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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Ler Mário de Carvalho deixou de ser uma simples aventura na linguagem: passou a ser uma expedição. O que lhe devemos é já demasiado para caber num texto de jornal.»
Joel Neto, Diário de Notícias

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Para quem gosta de ler
Elizabete Alves |04.04.2016
Uma escrita inteligente que nos apraz ler. Uma história de vida que não é de modo nenhum impossível nem excecional. Em certos aspetos absolutamente banal , real e atual, com todas as inseguranças , os arrependimentos , as agonias a que os seres humanos estão sujeitos ao longo da vida. Gostei de ler, mas não será uma leitura inesquecível.
Vale a pena ler!
S. |24.03.2016
Um dos livros que mais gostei do Mário de Carvalho, a seguir a "Um Deus passeando pela brisa da tarde". Vale a pena ler!

DETALHES DO PRODUTO

A sala magenta
ISBN:978-972-0-04499-0
Edição/reimpressão:12-2015
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:04499
Idioma:Português
Dimensões:142 x 210 x 16 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:184
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico.
Desde então, tem praticado diversos géneros literários – romance, novela, conto, ensaio e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente.
Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas.
Obras como A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel, A Liberdade de Pátio ou Quem Disser o Contrário É Porque Tem Razão são a comprovação dessa extrema versatilidade.
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