A Ruiva

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avaliação dos leitores (2 comentários)
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ISBN: 978-972-37-0963-6
Edição/reimpressão: 11-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78149
Coleção: Beltenebros
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SINOPSE

Este livro de Fialho de Almeida integra-se na colecção Beltenebros, uma das mais recentes da Assírio & Alvim. Nele testemunhamos a visceralidade e nudez do primeiro corpo que este médico analisou literalmente: a Ruiva, que acaba por nos fornecer o conhecimento do nosso próprio corpo.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Fialho de Almeida, de certa maneira, um retratista!
FGL | 2022-05-06
Um retrato cru mas muito nítido de uma época e da sociedade. Aconselho vivamente a sua leitura.
Pequeno grande livro de um escritor (ainda) na sombra
Helena Matos | 2014-11-27
De Fialho de Almeida, não se percebe o porquê de não ombrear com os nomes grandes da nossa literatura. Ainda algo desconhecido e certamente pouco valorizado, tem nesta sua Ruiva um dos exemplos mais sintéticos e claros da sua originalidade. Este é um romance fabril, industrial, e é incrível como se sentem a imundície, os pulmões doentes, o vinho fraco das tabernas, as ruas sujas dos bairros pobres de Lisboa. E a forma como a miséria molda o espírito e dita os gestos, embrutecendo tudo, ditando um ''fado'' irreversível de não se saber ser de outra forma. Lê-se num fôlego, tão cru como o amor que também paira nesta história. Um dos meus livros de eleição, que merece ser descoberto por muito tempo.

DETALHES DO PRODUTO

A Ruiva
ISBN: 978-972-37-0963-6
Edição/reimpressão: 11-2007
Editor: Assírio & Alvim
Código: 78149
Coleção: Beltenebros
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Fialho de Almeida nasceu em 1857, em Vila de Frades, Alentejo. De origens humildes, cedo veio para Lisboa estudar. Mas as voltas do destino levaram-no a trabalhar numa farmácia, ainda adolescente. Em 1885, licenciou-se em Medicina. Contudo, a profissão não o seduzia, e Fialho dedicou-se à escrita e ao jornalismo. Distingue-se como contista, tendo publicado as recolhas: Contos (1881), a sua estreia em livro, bem como A Cidade do Vício (1882), Lisboa Galante (1890) e O País das Uvas (1893). Em 1889, começa a escrever Os Gatos, publicação periódica de crítica e crónica, a sua obra mais conhecida. Morreu em Cuba, Alentejo, em 1911. Publicou ainda em vida: Pasquinadas (1890); Vida Irónica (1892), Madona do Campo Santo (1896); À Esquina (1903). Postumamente, foram editados: «Barbear, Pentear» (1911); Saibam quantos… (1912); Estâncias de Arte e de Saudade e Aves Migradoras (1921); Figuras de Destaque (1924); Actores e Autores e Vida Errante (1925); e Cadernos de Viagem: Galiza, 1905 (1996).
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