A Lâmpada de Aladino

A Lâmpada de Aladino

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SINOPSE

A Lâmpada de Aladino constitui o esperado regresso de Luis Sepúlveda ao território da ficção. Ao longo das histórias que compõem este livro reencontramo-nos com esse território de sentimentos que fizeram do autor um dos nomes mais apreciados da literatura da América Latina.

Enquanto os nomearmos e contarmos as suas histórias, os nossos mortos nunca morrem, diz a certa altura um personagem. Foi precisamente para resgatar do esquecimento momentos, lugares e existências irrepetíveis que Luis Sepúlveda escreveu A Lâmpada de Aladino, uma lâmpada de onde surgem, como por arte de magia, treze contos magistrais.

A Alexandria de Kavafis, o Carnaval em Ipanema, uma cidade de Hamburgo fria e chuvosa, a Patagónia, Santiago do Chile nos anos sessenta, a recôndita fronteira do Peru, Colômbia e Brasil, são alguns dos cenários deste livro. Nas suas histórias, cada uma delas um romance em miniatura, Luis Sepúlveda dá vida a personagens inesquecíveis, prendendo o leitor da primeira à última página.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

São treze as histórias. Daqui e dali, respira-se vida... e quase arriscamos a pedir desejos.
Correio da Manhã (Domingo)
Aqui cruzam-se várias histórias, 13, com personagens e cenários completamente díspares, mas com uma coisa em comum: a escrita envolvente de Sepúlveda.
Cuidado: pode causar habituação.
Lux Woman
Vai oferecer um livro? Então, eis um daqueles que se pode comprar ainda antes de se decidir a quem dá-lo (...).
O Jogo

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uau
Joao Nuno Ferreira | 2010-01-04
Sem palavras, só parei na última página... Excelente, recomendo a toda a gente que gosta de sentir a escrita.
Escritores Verdadeiros
Maria Helena de Sousa Falcâo | 2008-09-18
A mestria da escrita e a força das personagens emocionam -me. Um escritor único, como únicos são sempre os verdadeiros escritores.

DETALHES DO PRODUTO

A Lâmpada de Aladino
ISBN: 978-972-0-04183-8
Edição/reimpressão: 12-2010
Editor: Porto Editora
Código: 04183
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 196 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Foi a 4 de outubro de 1949, na localidade chilena de Ovalle, a mais de 300 km a norte da capital, Santiago, que nasceu Luis Sepúlveda. Filho de um militante do Partido Comunista e proprietário de um restaurante, e de uma enfermeira de origens mapuche (um povo indígena da região centro-sul do Chile e do sudoeste da Argentina), Luis Sepúlveda cresceu no bairro San Miguel de Santiago e estudou no Instituto Nacional, onde começou a escrever por influência de uma professora de História.
Aos 15 anos ingressou na Juventude Comunista do Chile, da qual foi expulso em 1968. Depois disso, militou no Exército de Libertação Nacional do Partido Socialista. Após os estudos secundários, ingressou na Escola de Teatro da Universidade de Chile, da qual chegou a ser diretor. Anos mais tarde, licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha.
Da sua vasta obra – toda ela traduzida em Portugal –, destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas todos os seus livros conquistaram em todo o mundo a admiração de milhões de leitores.
Em 2016, recebeu o Prémio Eduardo Lourenço – que visa galardoar personalidades ou instituições com intervenção relevante no âmbito da cooperação e da cultura ibérica –, uma honra de definiu como «uma emoção muito especial».
Para além de romancista, foi realizador, roteirista, jornalista e ativista político. Em 1970 venceu o Prémio Casa das Américas pelo seu primeiro livro, Crónicas de Pedro Nadie, e também uma bolsa de estudo de cinco anos na Universidade Lomonosov de Moscovo. No entanto, só ficaria cinco meses na capital soviética, uma vez que foi expulso da universidade por “atentado à moral proletária”. Membro ativo da Unidade Popular chilena nos anos 70, teve de abandonar o país após o golpe militar de Augusto Pinochet. Viajou e trabalhou no Brasil, Uruguai, Bolívia, Paraguai e Peru. Viveu no Equador entre os índios Shuar, participando numa missão de estudo da UNESCO. Em 1979 alistou-se nas fileiras sandinistas, na Brigada Internacional Simon Bolívar, que lutava contra a ditadura de Anastácio Somoza. Depois da vitória da revolução sandinista, trabalhou como repórter.
Em 1982 rumou a Hamburgo, movido pela sua paixão pela literatura alemã. Nos 14 anos em que lá viveu, alinhou no movimento ecologista e, enquanto correspondente da Greenpeace, atravessou os mares do mundo, entre 1983 e 1988. Em 1997, instalou-se em Gijón, em Espanha, na companhia da mulher, a poetisa Carmen Yáñez. Nesta cidade fundou e dirigiu o Salão do Livro Ibero-americano, destinado a promover o encontro de escritores, editores e livreiros latino-americanos com os seus homólogos europeus.
Luís Sepúlveda vendeu mais de 18 milhões de exemplares em todo o mundo e as suas obras estão traduzidas em mais de 60 idiomas. Em Portugal, era presença assídua na Feira do Livro de Lisboa, em sessões de autógrafos onde era bem visível o carinho do público português pelos seus romances, e esteve presente em quase todas as 21 edições do Festival Correntes d’Escritas, na Póvoa do Varzim, a última das quais entre 18 e 23 de fevereiro de 2020.
A 29 de fevereiro de 2020, Luis Sepúlveda foi diagnosticado com Covid-19, naquele que seria o primeiro caso de infeção nas Astúrias, e consequentemente internado no Hospital Universitário Central de Astúrias, onde veio a falecer a 16 de abril.
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