A Floresta

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avaliação dos leitores (1 comentários)
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ISBN:978-972-0-72625-4
Edição/reimpressão:07-2015
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:72625
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5.° ano, destinado a leitura orientada.

«Confia nas crianças, nos sábios e nos artistas.»

Seguindo esta recomendação do Rei dos Anões e com a ajuda de Isabel e do professor de música, o Anão vai conseguir cumprir a missão de que estava incumbido, transformando o tesouro numa possibilidade de partilha e libertação.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

Visite a nossa página especial dedicada a Sophia de Mello Breyner Andresen.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Encantador
Veronica Remelgado |05.11.2014
Mais uma vez, Sophia de Mello Breyner publica uma história unica com uma linguagem muito simples e acessível. É uma história encantadora que todas as crianças gostam!

DETALHES DO PRODUTO

A Floresta
ISBN:978-972-0-72625-4
Edição/reimpressão:07-2015
Editor:Porto Editora, S.A.
Código:72625
Idioma:Português
Dimensões:190 x 225 x 8 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:84
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros infantojuvenis > Livros de referência > Livros em Português > Infantojuvenil > Livros de Referência > Plano Nacional de Leitura > 5.º ano > Leitura Orientada
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Em 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaios e teatro. Traduziu Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.

Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da "Carta dos 101 Católicos" contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002.

A sua obra está traduzida em várias línguas e foi várias vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
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