A Floresta

Sophia de Mello Breyner Andresen; Ilustração: Sofia Arez
avaliação dos leitores (9 comentários)
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ISBN: 978-972-0-72625-4
Edição/reimpressão: 03-2019
Editor: Porto Editora
Código: 72625
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5.° ano, destinado a leitura orientada.

«Confia nas crianças, nos sábios e nos artistas.»

Seguindo esta recomendação do Rei dos Anões e com a ajuda de Isabel e do professor de música, o Anão vai conseguir cumprir a missão de que estava incumbido, transformando o tesouro numa possibilidade de partilha e libertação.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

As histórias da Floresta
L. Cabral | 2020-03-14
Começamos com a Isabel, depois o anão, depois o professor de Música e depois o sábio. Com uma linha ininterrupta, seguimos as quatro histórias... No final, sobre o que era o livro? Sobre uma floresta, de como os anões partiram todos dela, até ao último, que não se podia ir embora até cumprir a sua missão.
Educativo
Nunes | 2019-12-27
É um livro de uma excelente autora, que faz parte de uma leitura obrigatória na seleção curricular do 2 ciclo.

DETALHES DO PRODUTO

A Floresta
ISBN: 978-972-0-72625-4
Edição/reimpressão: 03-2019
Editor: Porto Editora
Código: 72625
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 225 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Livros de referência > Infantis e Juvenis > Livros de Referência > Livros Infantis e Juvenis
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Em 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaios e teatro. Traduziu Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.

Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da "Carta dos 101 Católicos" contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002.

A sua obra está traduzida em várias línguas e foi várias vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.

Na data em que se celebrou o seu centenário, 6 de novembro de 2019, é-lhe concedido o grau de Grande-Colar da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
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