A Fada Oriana

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ISBN: 978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão: 11-2021
Editor: Porto Editora
Código: 72622
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I RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA

SINOPSE

Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para leitura orientada no 5.° ano de escolaridade.

Dizia Sophia que as fadas são seres da natureza. Queria com isto lembrar que elas nascem da nossa capacidade de atribuir vida, vontade e intenções ao mundo da natureza.
Em A Fada Oriana, encontramos o dom da proteção sobre os seres mais frágeis que vivem numa floresta, encontramos as tão humanas oscilações entre a solidariedade, o sentido da responsabilidade, o egoísmo e a vaidade. Encontramos, como é próprio de muitos contos tradicionais e para a infância, as peripécias de uma luta entre o bem e o mal.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Ensinamentos
Pedro Lucas | 5º A 2022 - AE Infante D. Henrique - Viseu | 2022-02-16
Na minha opinião, a obra “A fada Oriana” é importante ser lida em criança, porque tem ensinamentos para a vida. A obra é simples, mas muito interessante. Em primeiro lugar, gostaria de destacar que a história é rica em comparações e enumerações e outros recursos expressivos. Também transmite várias mensagens positivas, como o cuidado que devemos ter com os outros, cumprir as promessas e as obrigações e não sermos demasiado vaidosos. Em segundo lugar, reparei que havia capítulos muito grandes ao contrário de outros que eram muito pequenos. Apesar disso, pareceram-me todos importantes para o contexto da história. Para além disso, gostaria de dizer que o final do livro me dececionou, pois não explica o fim com muitos pormenores. Para finalizar, podemos concluir que a obra é bastante cativante e gostei de a ler. Daqui em diante, tomarei mais cuidado com as minhas atitudes para não cair nos mesmos erros da fada.
A amizade é mais importante que a vaidade
Mariana | 5º A 2022 - AE Infante D. Henrique - Viseu | 2022-02-16
Na minha opinião, o livro é muito interessante e acho que todos os meninos deviam ler. Mostra que não devemos ser egoístas e devemos preocupar-nos com os nossos amigos. Por um lado, a fada Oriana cometeu um grande erro ao não cumprir a promessa que fez à rainha das fadas e ao abandonar as pessoas que ajudava na floresta. Por outro lado, demonstrou grande coragem ao saltar do abismo para salvar a velha, sem ter os seus poderes mágicos. Para finalizar, a lição que podemos retirar do livro é que a amizade é mais importante do que a nossa vaidade.

DETALHES DO PRODUTO

A Fada Oriana
ISBN: 978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão: 11-2021
Editor: Porto Editora
Código: 72622
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 225 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944 sai, em edição de autor, o seu primeiro livro de poemas, Poesia, título inaugural de uma obra incontornável que a torna uma das maiores vozes da poesia do século xx. Os seus livros estão traduzidos em várias línguas e foi muitas vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objectos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis.
Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado activamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da «Carta dos 101 Católicos» contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, conseguida em 2002.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
No dia em que se celebrou o centenário do seu nascimento, a 6 de novembro de 2019, é-lhe concedido a título póstumo o Grande-Colar da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.
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