A Fada Oriana

A Fada Oriana

avaliação dos leitores (15 comentários)
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ISBN:978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão:11-2017
Editor:Porto Editora
Código:72622
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SINOPSE

Metas Curriculares / Plano Nacional de Leitura
Livro indicado pelas Metas Curriculares para o trabalho da Educação Literária no 5.° ano e recomendado pelo PNL para leitura orientada no 5.° ano de escolaridade.

Dizia Sophia que as fadas são seres da natureza. Queria com isto lembrar que elas nascem da nossa capacidade de atribuir vida, vontade e intenções ao mundo da natureza.

Em A Fada Oriana, encontramos o dom da proteção sobre os seres mais frágeis que vivem numa floresta, encontramos as tão humanas oscilações entre a solidariedade, o sentido da responsabilidade e o egoísmo e a vaidade. Encontramos, como é próprio de muitos contos tradicionais e para a infância, as peripécias de uma luta entre o bem e o mal.

Conheça todas as obras da Educação Literária na nossa página especial.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

bonito
Antonio Silva |2017-11-07
E muito bonito foi muito bem escrito !!!
Opinião da Fada Oriana
Tomás Saraiva |2017-01-26
A Fada Oriana é um livro que que nos ensina a pensar nos nossos atos e ações, e, Robert Baden-Powell (o fundador dos Escuteiros) tem uma frase muito bonita, que deve ser lida e pensada com muita atenção. “O melhor meio de alcançarmos a nossa felicidade é contribuir para a felicidade dos outros”. Mas, a partir de um certo momento, a Fada Oriana não o fez. Começou a pensar só em si, quebrando assim a sua promessa, por causa disso aconteceram muitas coisas negativas a várias pessoas, assim sentiu o peso na sua consciência. Mas pensou nos seus atos, e, tentou corrigi-los. Assim foi perdoada. Por isso é que eu acho que é um livro muito bonito e aconselhado para crianças da minha idade. Tomás Saraiva - 5º E - Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique- Viseu

DETALHES DO PRODUTO

A Fada Oriana
ISBN:978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão:11-2017
Editor:Porto Editora
Código:72622
Idioma:Português
Dimensões:190 x 225 x 8 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:96
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros Infantis e Juvenis > Contos fábulas e narrativas > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Plano Nacional de Leitura > 5.º ano > Leitura Orientada > Apoio Escolar > 5.º Ano > Leituras Orientadas
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Em 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaios e teatro. Traduziu Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.

Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da "Carta dos 101 Católicos" contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002.

A sua obra está traduzida em várias línguas e foi várias vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
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