A Fada Oriana

Sophia de Mello Breyner Andresen; Ilustração: Teresa Calem
avaliação dos leitores (28 comentários)
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ISBN: 978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão: 02-2020
Editor: Porto Editora
Código: 72622
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I RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA

SINOPSE

Livro indicado pelas Metas Curriculares para o trabalho da Educação Literária e recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para leitura orientada no 5.° ano de escolaridade.

Dizia Sophia que as fadas são seres da natureza. Queria com isto lembrar que elas nascem da nossa capacidade de atribuir vida, vontade e intenções ao mundo da natureza.
Em A Fada Oriana, encontramos o dom da proteção sobre os seres mais frágeis que vivem numa floresta, encontramos as tão humanas oscilações entre a solidariedade, o sentido da responsabilidade, o egoísmo e a vaidade. Encontramos, como é próprio de muitos contos tradicionais e para a infância, as peripécias de uma luta entre o bem e o mal.

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

A Fada Oriana
Agrupamento de Escolas de Búzio, turma 5.º B, Vale de Cambra 2021 | 2021-07-08
No nosso ponto de vista a leitura da obra A Fada Oriana, escrita por Sophia de Mello Breyner Andresen, foi enriquecedora, porque ficamos a conhecer melhor a autora e as suas obras. Descobrimos que era uma pessoa sonhadora, criativa, conseguia fantasiar a natureza e tornar as histórias verdadeiramente encantadoras. Com A Fada Oriana ficamos a conhecer as fadas boas que praticavam boas ações e ajudavam os pobres, enquanto as fadas más exerciam maldades. Provavelmente será o reflexo dos comportamentos dos seres humanos. Esta história passa-se numa floresta encantada cheia de vida e de cor, pela qual a fada Oriana ficou cativada e responsável pelo seu cuidado e auxílio aos habitantes da floresta. Contudo fascinada pela sua imagem, refletida na água, esqueceu-se das suas obrigações e a Rainha das Fadas castigou-a, tirou-lhe as asas e a varinha de condão. Assim todos os habitantes da floresta ficaram abandonados. Concluindo, recomendamos este livro a todos os amantes da leitura e que gostem de fantasia, imaginação e aventura. Agrupamento de Escolas de Búzio, turma 5.º B, Vale de Cambra 2021
História com magia
Acácio, Maria, David| AE Infante D. Henrique - Viseu 2021 | 2021-02-16
Na nossa opinião, a história é muito interessante, bonita e cheia de aventuras, faz parte do Plano Nacional de Leitura e todas as crianças devem ler. Ensina o valor da amizade e não pensar que devemos ser amigos só para receber presentes.¿ Por um lado, gostámos que a Fada Oriana tivesse ajudado a velha, o moleiro, o lenhador, os animais e as plantas da floresta.¿ Por outro lado, ficámos tristes quando a Fada Oriana se deixou levar pelos elogios do peixe e abandonou os seus amigos. Ela descobriu que a amizade é mais importante do que a vaidade.¿ Para conseguir recuperar a confiança de todos teve de se esforçar muito, mas com a sua coragem conseguiu recuperar os seus poderes mágicos. É uma história cheia de magia e com um final feliz.¿

DETALHES DO PRODUTO

A Fada Oriana
ISBN: 978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão: 02-2020
Editor: Porto Editora
Código: 72622
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 225 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Ensino > Apoio Escolar > 5.º Ano > Leituras Orientadas > Infantil [DESCONTINUADO] > Livros Infantis e Juvenis > Contos fábulas e narrativas > Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Livros > Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 9-11 anos > Literatura
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Em 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaios e teatro. Traduziu Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.

Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da "Carta dos 101 Católicos" contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002.

A sua obra está traduzida em várias línguas e foi várias vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.

Na data em que se celebrou o seu centenário, 6 de novembro de 2019, é-lhe concedido o grau de Grande-Colar da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.
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