A Fada Oriana

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avaliação dos leitores (14 comentários)
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ISBN:978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão:12-2016
Editor:Porto Editora
Código:72622
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Opinião da Fada Oriana
Tomás Saraiva |2017-01-26
A Fada Oriana é um livro que que nos ensina a pensar nos nossos atos e ações, e, Robert Baden-Powell (o fundador dos Escuteiros) tem uma frase muito bonita, que deve ser lida e pensada com muita atenção. “O melhor meio de alcançarmos a nossa felicidade é contribuir para a felicidade dos outros”. Mas, a partir de um certo momento, a Fada Oriana não o fez. Começou a pensar só em si, quebrando assim a sua promessa, por causa disso aconteceram muitas coisas negativas a várias pessoas, assim sentiu o peso na sua consciência. Mas pensou nos seus atos, e, tentou corrigi-los. Assim foi perdoada. Por isso é que eu acho que é um livro muito bonito e aconselhado para crianças da minha idade. Tomás Saraiva - 5º E - Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique- Viseu
Hugo Cabral- 5º E - Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique, Viseu
Hugo Cabral |2017-01-10
Eu acho que é um livro muito bom e interessante, tem muitos sentimentos contraditórios, tais como: solidariedade, responsabilidade, egoísmo e a vaidade. Desde que o li nunca mais esqueci a história. O livro está muito bem escrito, por isso é uma história que é muito escolhida para ser estudada nas escolas. Houve uma parte que eu adorei, foi quando a Rainha das Fadas retirou as asas e a varinha de condão à Fada Oriana e essa transformou-se numa rapariga normal. Para se redimir, esqueceu-se dela própria e decidiu desfazer o mal que provocou com as suas atitudes egoístas, ao ponto de se atirar para um abismo para salvar a velha, pondo em risco a sua vida. Este livro deve ser lido por todas as pessoas, de todas as idades. Vale a pena comprar. Adorei! Muito bom, recomendo a todos.

DETALHES DO PRODUTO

A Fada Oriana
ISBN:978-972-0-72622-3
Edição/reimpressão:12-2016
Editor:Porto Editora
Código:72622
Idioma:Português
Dimensões:190 x 225 x 8 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:96
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros Infantis e Juvenis > Contos fábulas e narrativas > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Plano Nacional de Leitura > 5.º ano > Leitura Orientada > Apoio Escolar > 5.º Ano > Leituras Orientadas
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro 1919 no Porto, onde passou a infância. Em 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis. Além da literatura infantil, Sophia escreveu também contos, artigos, ensaios e teatro. Traduziu Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.

Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado ativamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da "Carta dos 101 Católicos" contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, consagrada em 2002.

A sua obra está traduzida em várias línguas e foi várias vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objetos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
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